Foto: Gilson Abreu/Arquivo AEN
A Agência Nacional de Águas (ANA) divulgou nesta semana o Monitor de Secas referente ao mês de maio. No Paraná, o período foi marcado por chuva abaixo da média em todo o Estado. Esta situação, segundo o estudo, fez com que a seca moderada avançasse nas regiões Oeste e Noroeste. Também entrou no mapa um registro de seca fraca na área de divisa com Santa Catarina.
De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), que participa do desenvolvimento do estudo, a seca tinha se passado de fraca a moderada no Noroeste e Oeste em dezembro, e desde então vem se intensificando. “A tendência é de que o quadro permaneça nos próximos meses, já que o regime de chuvas no inverno é historicamente mais baixo”, ressalta Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar.
Na região Norte do Paraná, os impactos da chuva abaixo da média são de curto e longo prazo, ou seja, com consequências para a agricultura e para o abastecimento de água. No resto do Estado os impactos são considerados de curto prazo, com consequências maiores apenas na agricultura.
No fim de maio, o governador Carlos Massa Ratinho Junior decretou situação de emergência em todo Paraná justamente pela estiagem. O documento mobiliza todos os órgãos estaduais, sob coordenação da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, para atuarem em ações de resposta, reabilitação e reconstrução dos cenários afetados. A medida tem caráter preventivo e permite maior agilidade na resposta ao desastre, com dispensa de licitação para contratação de bens, serviços e obras emergenciais, desde que concluídas em até 180 dias.
No País, o Monitor de Secas aponta um quadro mais grave em boa parte da região Nordeste e em uma área na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A seca grave registrada no Oeste do Rio Grande do Sul e na Amazônia, em abril, recuou para uma situação moderada. Não há casos de seca extrema ou excepcional no mapa de maio.
O Monitor de secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.
O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste. O instituto utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação e níveis dos reservatórios. Além disso, a meteorologia usa dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.
(Informações: AEN)
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