Mesmo com média estadual estimada em R$ 193, umuaramenses elevam o romantismo e o orçamento em clima de afeto constante (Foto Danilo Martins/OBemdito)
Se depender dos apaixonados de Umuarama, o Dia dos Namorados não se resume a uma data no calendário. Para muitos casais, o 12 de junho é só um lembrete simbólico de um sentimento que se vive e demonstra todos os dias com pitadas de carinho, bom humor e, claro, um presente caprichado.
Na véspera da data, nesta quarta-feira (11), a reportagem do OBemdito percorreu as ruas da cidade e encontrou casais que desafiam a média estimada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), que, em parceria com o Sebrae/PR, apontou um gasto de R$ 193 de gasto com o presente do amado. Em Umuarama, o valor sentimental vem acompanhado de um orçamento mais generoso: R$ 300 tem sido o número mágico para muitos corações.
A jovem Sheila Lima Pereira, de 19 anos, já soma cinco anos de namoro e aposta em presentes fora do óbvio. “Sou fã de itens de decoração. Acho que tem mais significado, e o valor fica por volta de R$ 300 mesmo”, conta, com um sorriso de quem sabe cativar o namorado.
No embalo do friozinho, Emerson Ferreira, de 38 anos, foi surpreendido pela reportagem enquanto comprava uma blusa e uma cesta para a esposa (nos desculpem, estragamos a surpresa). “Aqui em Umuarama é bom comprar perto, dá pra resolver na hora, mas faltam descontos e mais propaganda. O amor é todo dia, mas no Dia dos Namorados a gente dá uma reforçada”, brinca, lembrando especialmente da companheira de uma década.
A vendedora Tatiane de Oliveira, de 25 anos, também vive a filosofia do “amor diário”. Com quatro anos de relacionamento, ela diz que o carinho constante não exclui somente o agrado da data. “R$ 300 está ótimo. É o valor do coração cheio”, resume.
Daiane e João Paulo Argenton, ambos de 31 anos, são casados há 13 e dispensam grandes produções. “A gente sempre pensa no que está precisando, o presente tem que fazer sentido. E neste ano, algo em torno de R$ 200 já tá bom demais”, dizem, em sintonia.
Mas quem realmente impõe regras ao cupido é Maria Natália Menezes de Souza, de 45 anos. Há 18 anos casada por amor e não por presentes, ela faz questão de deixar claro: “Nada de liquidificador ou ferramentas. A data é para dar uma pausa na correria e olhar um para o outro com atenção”.
Percebendo a busca dos casais por presentes que unam afeto e utilidade, o comércio de Umuarama se adaptou à data, de acordo com a Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Umuarama (Aciu)
Para atender a esse público que mistura romantismo com praticidade, o comércio local apostou em roupas, especialmente blusas, casacos e jaquetas, como principais opções, segundo a Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Umuarama (Aciu). Na sequência aparecem calçados, bolsas, perfumes, chocolates, flores, joias e kits personalizados.
Seja com um abraço, uma lembrança ou um presente de R$ 300, os casais umuaramenses seguem ensinando que o amor, quando é real, se renova a cada dia. E que todo dia pode, sim, ser 12 de junho.
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