A Apae de Umuarama atende mais de 370 alunos, de diferentes faixas etárias, oferecendo uma ampla gama de serviços (Foto Danilo Martins/OBemdito)
Nesta semana, o secretário de Desenvolvimento Social e Família do Paraná, Rogério Carboni, se manifestou contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7796, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e propõe a revisão do modelo de educação especial oferecido por instituições filantrópicas como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes).
A ação questiona a constitucionalidade de leis estaduais que garantem repasses a essas instituições e defende que os recursos sejam direcionados exclusivamente ao ensino inclusivo em escolas regulares. No Paraná, a rede estadual atende cerca de 100 mil estudantes com deficiência, em unidades regulares e especiais
De acordo com a Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), mais de 330 mil estudantes são atendidos por essas instituições em todo o Brasil, sendo que cerca de 90% apresentam deficiências severas. A federação argumenta que, mesmo com suporte pedagógico, muitos desses alunos não conseguem se adaptar ao modelo regular de ensino.
O estado do Paraná conta com 350 APAEs, que oferecem apoio educacional, terapêutico e social. Vale destacar que, a Apae também oferece atendimento assistencial voltado às famílias dos alunos, promovendo suporte integral e inclusão social.
A Apae de Umuarama atende mais de 370 alunos, de diferentes faixas etárias, oferecendo uma ampla gama de serviços: estimulação precoce, convivência e fortalecimento de vínculos, fisioterapia, psicologia, atendimento educacional, terapia ocupacional, assistência médica, orientação familiar, transporte escolar, programas de trabalho, emprego e renda, defesa de direitos e alimentação.
“A educação especial é um direito assegurado pela Constituição Federal. Não podemos admitir qualquer tentativa de deslegitimar ou inviabilizar o trabalho dessas entidades, que são fundamentais para o desenvolvimento de milhares de cidadãos paranaenses”, afirmou Carboni.
Para ele, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7796 representa uma ameaça ao trabalho consolidado das Apaes, cuja atuação tem garantido não só a aprendizagem, mas também a inclusão social e a autonomia de pessoas com deficiência. “A excelência dos serviços prestados pelas APAEs é reconhecida e valorizada. Vamos continuar investindo e apoiando esse trabalho essencial”.
A Federação das Apaes do Estado do Paraná argumenta que a ADI ignora a realidade das famílias que optam pela educação especial por considerá-la mais adequada às necessidades dos filhos. A ação, protocolada no STF, tenta invalidar as leis estaduais nº 17.656/2013 e nº 18.419/2015, que formalizam o apoio do governo estadual às entidades.
Carboni reafirmou o compromisso do Governo do Paraná com o fortalecimento das parcerias com as APAEs e outras instituições filantrópicas. Ele destacou que o papel dessas entidades vai além da educação, abrangendo assistência médica, transporte escolar e até apoio às famílias dos alunos.
Viajar de cidades grandes para Umuarama ou sair daqui para outros lugares era angustiante...
Faleceu na manhã deste domingo (18) Fabiane Lauxen Podolak, de 36 anos, engenheira de Cascavel…
Vídeos que mostram grandes peixes e paisagens submersas pouco conhecidas do Rio Paraná têm chamado…
Umuarama enfrenta um domingo (18) de tempo instável, com céu fechado nesta tarde e expectativa…
A madrugada deste domingo (18) interrompeu de forma abrupta a rotina de trabalho de Pedro…
O amor de fã não parece conhecer limites e nem de idade. Aos 84 anos,…
Este site utiliza cookies
Saiba mais