Foto: Danilo Martins/OBemdito
Mãe, avó, catequista, estudante de pedagogia e auxiliar de serviços gerais na Escola Municipal Ouro Branco, Sirlene Silva de Matos, ‘a tia do portão’, é muito querida por pais, alunos e professores da unidade.
Sirlene trabalha na área da educação há 12 anos. Sete deles na escola do Ouro Branco, onde cumpre diversas tarefas junto com a equipe de trabalho em dois períodos: manhã e tarde. Entre elas, receber as crianças no portão.
Responsabilidade que assume como uma missão. “Tem a confiança dos pais ali, em entregar seus filhos. E eles entregam para mim. Eu acho que saber o nome de cada um deles é uma forma de me relacionar, de cuidar”, contou a OBemdito.
Em períodos pré-pandemia, Sirlene era recebida com abraços e brincava com as crianças nos intervalos. A dinâmica foi alterada por conta das medidas de contingenciamento relativas ao novo coronavírus, mas mesmo permeado de máscaras e álcool gel, o carinho com as crianças permanece.
Para além da sala de aula, o ato de educar também perpassa os demais funcionários. “Todos nós aqui somos educadores né? Então quando tem que chamar atenção eu faço, mas sempre entendendo que a criança é um ser humano, é alguém que merece respeito”, diz.
DOSE DIÁRIA DE REMÉDIO
A vida das mulheres que trabalham fora, via de regra, tem dupla – e neste caso tripla jornada. Rotina que às vezes pode causar algum tipo de estresse, que é ‘curado’ com a presença dos estudantes.
“Eu sempre falo que é minha dose diária de remédio aqui. Quando acontece alguma coisa que não me deixa bem, venho trabalhar e uma criança chega, fala: ‘tia, te amo’, isso muda o dia”.
Mulher de fé, Sirlene usa uma frase de madre Teresa de Calcutá como norteador do seu comportamento: “não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz”.
“Fiz disso um objetivo e um propósito pra minha vida. Portanto, dar amor e cuidar bem de minhas crianças é minha maior alegria”.
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