Foto: Ilustrativa/Stephanie Gertler/OBemdito
Uma mulher de 31 anos, suspeita de matar três mulheres da mesma família em Itanhaém (SP), foi presa na tarde da última quarta-feira (7) em Umuarama. Contra ela havia um mandado de prisão por homicídio, formação de quadrilha e ocultação de cadáver. A prisão foi feita por policiais militares de Umuarama (25º Batalhão), em ação conjunta com o 15º BPM de Rolândia, a partir de informações repassadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Os crimes atribuídos à mulher ocorreram em abril de 2023, na cidade de Itanhaém, litoral de São Paulo. As vítimas foram três mulheres da mesma família: a avó Seraphina Rubin, a filha dela, Lilian Rubin, e a neta Jeniffer Rubin. Elas morreram num intervalo de menos de dois meses. De acordo com a Polícia Militar, os assassinatos foram motivados por uma disputa de herança.
A violência dos crimes e o perfil das vítimas geraram ampla repercussão na mídia nacional, o que levou as autoridades a intensificar a investigação e a busca pelos envolvidos. A mulher presa em Umuarama é apontada como uma das principais envolvidas nos assassinatos e já era considerada suspeita de matar três mulheres com participação direta no planejamento e execução dos crimes.
A prisão da mulher aconteceu após os policiais abordarem um homem de 26 anos nas proximidades do Jardim Viena, em Umuarama. Ele era companheiro da suspeita e também estava foragido da Justiça, com um mandado de prisão expedido por tráfico de drogas no Estado de Santa Catarina.
Durante a abordagem, o homem indicou o endereço onde a mulher estava. Os policiais se deslocaram até a residência, confirmaram a identidade dela e verificaram a existência do mandado em aberto relacionado aos homicídios em Itanhaém.
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No local, também foi encontrado o filho recém-nascido do casal, um bebê de apenas dois meses. A criança foi encaminhada ao Conselho Tutelar de Umuarama para garantir sua segurança e cuidados adequados, conforme previsto em protocolos de proteção à infância.
Durante a ação, quatro aparelhos celulares foram apreendidos na residência. O material foi encaminhado para perícia e os investigadores esperam que os dispositivos contenham informações relevantes para esclarecer detalhes do crime e identificar outros possíveis envolvidos.
O casal foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Umuarama, onde foram formalizados os procedimentos legais.
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