O motorista do veículo de passeio chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos (Foto PRE)
Uma colisão frontal registrada na noite de sexta-feira (25), por volta das 23h50, na PRC-467 (km 25 + 800 m), em trecho chuvoso próximo a Marechal Cândido Rondon, resultou na morte de um motorista de 41 anos. O acidente envolveu um caminhão Iveco branco, emplacado em Nova Santa Rosa, e um Corsa Classic prata, com placas de Marechal Cândido Rondon.
Segundo o boletim da Polícia Rodoviária Estadual, o condutor do caminhão, de 52 anos, trafegava sentido Marechal Cândido Rondon–Pato Bragado quando, ao atingir o ponto quilométrico indicado, invadiu a pista contrária e colidiu frontalmente com o Corsa Classic, que seguia no sentido oposto.
O motorista do veículo de passeio foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Marechal Cândido Rondon, onde não resistiu aos ferimentos.
O caminhoneiro não sofreu lesões e permaneceu no local para prestar esclarecimentos. A comunicação do acidente foi recebida pela central às 23h57, e as equipes chegaram ao local por volta de 0h25, em meio à chuva intensa que atingia a região.
A área foi isolada para os procedimentos de praxe, incluindo perícia e remoção dos veículos. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) registrou a ocorrência como colisão frontal e seguirá com as apurações para confirmar as circunstâncias que causaram a invasão de pista pelo caminhão.
O trânsito na rodovia chegou a ficar parcialmente interrompido até a conclusão do trabalho das equipes. A Polícia Civil também foi acionada para auxiliar no registro e investigação do acidente.
Dirigir na chuva aumenta significativamente os riscos no trânsito porque a água sobre o asfalto reduz o atrito entre os pneus e o solo, facilitando o fenômeno da aquaplanagem, quando o carro “flutua” sobre a lâmina d’água e perde totalmente a aderência. Nessa situação, torna-se quase impossível controlar a direção e acionar os freios com eficácia.
Além disso, a visibilidade fica prejudicada — gotas de chuva no para-brisa, neblina e o spray levantado por veículos à frente dificultam enxergar obstáculos, sinalizações e pedestres.
Avançar em velocidade compatível com as condições da pista e manter uma distância maior do carro da frente são medidas básicas para reduzir o risco de colisões.
Em dias chuvosos, os freios também demoram mais para responder, pois a água pode infiltrar-se no sistema e comprometer a frenagem.
Rodovias e ruas com buracos acumulam poças que disfarçam imperfeições e podem jogar o motorista contra o meio-fio ou forçar manobras bruscas, provocando derrapagens.
Manter pneus em bom estado, verificar regularmente o sistema de freios e usar faróis baixos mesmo durante o dia são práticas essenciais para enfrentar estradas alagadas com mais segurança.
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