"Laranja é só a cor do Novo, seguiremos com nosso propósito, que é trabalhar por Umuarama", afirmou o vereador Lucas Grau (Foto CMU)
Como noticiado nesta terça-feira (8) pelo OBemdito, a 89ª Zona Eleitoral decidiu pela perda do mandato do vereador Lucas Gonçalves Grau (Novo) e pela inelegibilidade por oito anos de Juliana Clara Monico, também do partido.
A decisão atendeu a uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pelo PSB, que acusou o Novo de usar candidatura “laranja” para cumprir a cota de 30% de mulheres nas eleições, conforme a Lei 9.504/97.
Grau afirmou que vai recorrer. “Respeitamos a decisão, mas até o Ministério Público Eleitoral (MPE) foi favorável ao Novo. Não é uma decisão definitiva, foi em primeira instância. Vamos ao colegiado de desembargadores”, disse, em entrevista, ao OBemdito.
O vereador também garantiu que continuará trabalhando. “Todo mês presto contas e estamos preparando a prestação de contas dos 100 dias de meu trabalho. Laranja é só a cor do Novo, seguiremos com nosso propósito, que é trabalhar por Umuarama”, afirmou.
Questionada ainda pela manhã, pela reportagem, a Câmara Municipal de Umuarama informou que não tomará medidas até ser notificada oficialmente pela Justiça.
Até a publicação desta matéria, a assessoria de imprensa da Câmara Municipal preparava uma nota oficial sobre o caso.
OBemdito tentou falar com o advogado do vereador para obter os detalhes da defesa na esfera Legislativa, mas, ele não atendeu as ligações. O espaço fica aberto para as alegações do defensor.
Na defesa do Novo, ainda no processo, o advogado Leandro Souza Rosa negou as acusações e argumentou que Juliana Clara Monico realizou atos de campanha, como distribuição de panfletos, campanha via WhatsApp e participação em eventos.
A defesa também alegou que a candidata utilizou recursos próprios e que a ausência de forte engajamento em redes sociais não prova a ausência de campanha.
“Cada candidato escolhe os meios que considera mais eficazes para sua campanha. Nem todos os candidatos possuem forte presença nas redes sociais, e Juliana Clara Monico utilizou outros métodos, como o contato direto com eleitores e a distribuição de material impresso”, argumentou, no processo, o advogado.
Rafael Marchiani Paião, advogado do PSB que entrou com a AIJE informou que vai aguardar o ingresso com o recurso por parte dos Investigados, para fazer as contrarrazões de recurso.
“Lembrando que a sentença da Dra. Sandra Lustoza foi muito bem fundamentada, e que isso tudo não é luta de esquerda contra direita, de bem contra o mal, mas a luta pela Justiça. E que aquele que fez algo contrário a Legislação sofra as consequências da mesma”, destacou o Paião.
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