Paraná

Polícia Penal do Paraná vistoria a Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste

A Polícia Penal do Paraná (PPPR) participou da 7ª fase da Operação Mute e realizou vistorias em unidades prisionais. Durante este trabalho, os policiais vistoriaram a Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (Peco).

A ação nacional foi coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penis (Senappen), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Realizada entre os dias 19 e 21 de março, a operação teve como objetivo combater o uso ilegal de celulares em nove unidades prisionais do estado, reforçando a segurança e a ordem no sistema carcerário.

A Operação Mute é uma estratégia nacional para reduzir índices de violência, com foco em crimes violentos letais intencionais (CVLI), desarticulando organizações criminosas que operam dentro e fora dos presídios.

A ação contou com a participação de 187 policiais penais, além de 133 monitores de ressocialização prisional (MRP), 6 policiais militares, 4 policiais civis e 1 policial penal federal.

Unidades vistoriadas na 7ª fase da Operação Mute

  • Colônia Penal Agroindustrial (CPAI), em Piraquara
  • Cadeia Pública de Guarapuava
  • Casa de Custódia de Maringá
  • Cadeia Pública Hildebrando de Souza, em Ponta Grossa
  • Cadeia Pública de Cornélio Procópio
  • Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste
  • Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão
  • Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu III – Unidade de Progressão (PEF III-UP)
  • Penitenciária Estadual Thiago Borges de Carvalho, em Cascavel

Durante a operação, 1.995 pessoas privadas de liberdade (PPLs) foram movimentadas para vistorias nas galerias e celas. A ação foi conduzida por equipes especializadas, incluindo o Setor de Operações Especiais (SOE), o Setor de Operação Tática (SOT), o Núcleo Regional de Inteligência e a Diretoria de Inteligência.

Objetivos e resultados da Operação Mute

Durante a operação, foram encontrados nos presídios como de Cruzeiro do Oeste, celulares apreendidos utilizados para comandar crimes como tráfico de drogas, sequestros e homicídios.

Segundo a diretora-geral da Polícia Penal do Paraná, Ananda Chalegre, a operação demonstra o compromisso da instituição com o combate ao crime organizado.

“A Operação Mute reforça a importância do trabalho da Polícia Penal do Paraná no controle do sistema prisional, alinhada às diretrizes nacionais”, Segundo a diretora-geral da Polícia Penal do Paraná, Ananda Chalegre.

Rudson de Souza

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