Colégio Cívico-Militar Monteiro Lobato, em Umuarama (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Alunos do Colégio Cívico-Militar Monteiro Lobato acusam monitores do estabelecimento de agressão e abuso de autoridade. Imagens feitas nesta quinta-feira (5) e que circulam em redes sociais mostram profissionais imobilizando um adolescente, segurando-o pelas costas. Assista o vídeo no final da matéria.
A situação flagrada é controversa, porque não se tem a dimensão do contexto que levou à ação dos monitores. É possível ouvir que um deles chama um aluno de “fumador”. Um estudante é contido e inicia-se uma discussão verbal.
O jovem profere alguns palavrões e diz que os monitores não são policiais porque não estão fardados. São vários estudantes, mas apenas um aluno negro e um colega dele, também de cor preta, são segurados pelos monitores.
A Polícia Militar foi chamada para registrar Boletim de Ocorrência (BO), porém, não há informação por parte da PM sobre o acontecimento nas notas encaminhadas pela corporação à imprensa.
A mãe de um outro estudante procurou OBemdito para relatar o que chamou de agressão física, agressão verbal e omissão de socorro no mesmo estabelecimento de ensino.
“Eles estão tratando os alunos como se estivessem lidando com menores infratores. Estou tendo acompanhamento do Conselho Tutelar em relação a isso porque meu filho tem TDAH. Eles ficam rindo do meu filho, chamando-o de retardado. E isso não acontece só com meu filho”, disse.
Em nota, o Núcleo Regional de Educação (NRE) de Umuarama informou que o “incidente no Colégio Cívico-Militar Monteiro Lobato, aconteceu durante o período de aula, quando um grupo de alunos foi flagrado fora das salas, em uma área de plantação localizada dentro do colégio”.
O NRE acrescentou que “os monitores realizaram a abordagem para orientar os estudantes a retornarem às atividades, mas a situação acabou se prolongando, exigindo a intervenção da direção da escola”.
Ainda conforme o núcleo, “para garantir a segurança e a ordem, a Polícia Militar foi acionada, e, conforme o protocolo, um boletim de ocorrência foi registrado”. Os envolvidos – alunos, monitores e responsáveis – compareceram à delegacia, “onde o caso foi analisado e solucionado”, conforme a gestão do NRE.
Nesta sexta-feira (6), as aulas seguiram normalmente, com alunos e monitores presentes, em um ambiente de normalidade. “A SEED-PR (Secretaria de Estado da Educação do Paraná) reitera que não compactua com qualquer forma de violência e continua acompanhando o caso para assegurar o respeito e a preservação dos direitos de todos os envolvidos”.
As imagens do vídeo foram desfocadas porque os alunos são menores e não podem ser identificados, conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
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