Umuarama

Adolescentes de Umuarama participam de bate-papo sobre cyberbullying

A Secretaria Municipal de Assistência Social finalizou um ciclo de palestras sobre orientação e combate ao cyberbullying com um grande encontro no auditório do Centro da Juventude de Umuarama (Ceju), reunindo crianças e adolescentes que participam das oficinas e atividades realizadas no local.

As palestras foram um pedido do prefeito Celso Pozzobom à secretária municipal de Assistência Social, Dayanne Paola Demozzi. “O prefeito pediu atenção especial na questão do bullying por ser um problema comum, principalmente entre adolescentes e jovens. E a forma de combater essa prática, que causa muitos transtornos e sofrimento às vítimas, é a conscientização, o debate, a conversa franca sobre o tema”, afirmou a secretária.

Cyberbullying é como os especialistas definem o bullying virtual – um tipo de crime cometido pela internet, redes sociais e meios eletrônicos, mesmo que o agressor às vezes não perceba os seus efeitos e consequências. O ciclo de palestras foi pensado para conscientizar os jovens sobre os riscos do ambiente digital, responsabilidade sob ações cometidas de forma on-line e formas de lidar com situações relacionadas.

A parceria reuniu o município e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/ Umuarama) e contou com palestras interativas realizadas em forma de bate-papo sob a condução da professora Ana Paula Oliveira Becker Alvarenga, que atua nas disciplinas de psicologia organizacional, gestão de pessoas, empreendedorismo e criatividade.

A programação iniciou na segunda-feira, 2, com palestras de manhã e à tarde na Escola Municipal Ouro Branco e no Colégio Estadual Pedro II. Na terça-feira, 3, o tema foi abordado no teatro do Centro Cultural Vera Schubert e nesta quarta-feira (4) pela manhã no Colégio Estadual Professor Paulo Alberto Tomazinho e à tarde no Centro da Juventude.

Conforme a professora, quase sempre o bullying tem sérias consequências – causa pânico, vergonha ou receio de sair de casa, de frequentar a escola, e agrava os abalos emocionais. “Por isso é preciso orientar e sensibilizar os jovens sobre os riscos. Embora o tema seja recorrente, é sempre bom reforçar, provocar reflexões sobre essa atitude e os meios adequados para combatê-la”, orientou.

Ana Paula reforçou que é preciso entender para evitar, explicou conceitos, tipos de agressões virtuais e possíveis consequências, bem como formas de combate aplicando perguntas aos participantes. A atividade foi acompanhada pelo coordenador do Ceju, professor Jeferson Ferreira – o Jefinho – que também contribuiu com seus amplos conhecimentos no assunto.

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(Reportagem: Assessoria PMU)

Redação

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