Foto: Assessoria PMU
As políticas ambientais para proteção do meio ambiente são suficientes? Federação, Estados e Municípios estão unidos em defesa da vida? Existe vantagem em produzir com sustentabilidade? Essas e outras questões importantes foram discutidas durante o ‘Seminário Sobre Legislação Ambiental’ realizado nesta quinta-feira (17) no anfiteatro da Sociedade Rural de Umuarama (SRU) sob coordenação do IDR-PR (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná).
Entre outros temas, foram discutidos ainda crimes ambientais, resíduos sólidos e recursos hídricos, em evento com promoção da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) e apoio do IAT (Instituto Água e Terra) e da Secretaria Municipal de Agricultura.
“Quinze dos principais órgãos de proteção e defesa do meio ambiente do Paraná uniram-se para que este Seminário fosse possível e os participantes tiveram a oportunidade de apreciar sete palestras”, comenta Danilo Eduardo Sebim, engenheiro do IDR que abriu o seminário falando sobre ‘Políticas Públicas com Caráter Ambiental Operacionalizadas pelo IDR-PR’.
Fabio Cesar Pereira Souza, engenheiro agrônomo da Secretaria Municipal de Agricultura, relatou que o Seminário representa muito para o desenvolvimento e o fortalecimento da sustentabilidade na agricultura em toda a região de Umuarama.
“Tivemos a satisfação de aprender muita coisa impostante com especialistas e profissionais que atuam diretamente com política ambiental, que é sustentada sob quatro pilares básicos: ecologia, economia, sociedade e cultura, ou seja, são temas caríssimos para a preservação do meio ambiente e, por conseguinte, do planeta”, observa.
Ele destacou a participação de Fábio de Assis Gomes Junior, agente profissional do IAT, que falou sobre ‘Cadastro Ambiental Rural (CAR): Quando e Como Fazer’, Osvair Mauro Frasson, secretário-executivo do Sindicato Rural de Terra Roxa, que falou sobre ‘Ratificação de Registro de Propriedade em Faixa de Fronteira’ e Glaucia Tavares Paes de Assis, chefe de Divisão do IAT, que falou sobre ‘Outorgas Para Poços Artesianos e Semiartesianos, Rodas d’Água, Sistema de Irrigação e Piscicultura’.
Ainda houve a participação de Roberto Carlos Machado, chefe do Escritório Regional da Adapar, que abordou a ‘Atuação da Adapar na Conservação do Solo e Uso de Agrotóxicos’, a produtora rural Ana Carolina Guadalin Takada Cunha fez um ‘Relato de Regularidade Ambiental de Propriedade Rural’ e o promotor de Justiça Dr. Paulo Roberto Robles Estebon falou sobre o ‘Papel do Ministério Público Frente às Questões Ambientais’.
(Assessoria PMU)
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