Foto: Assessoria PMU
A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Umuarama está sempre atenta às tentativas de golpes virtuais, que aumentam de forma significativa a cada dia. A estratégia é parecida: hackers e golpistas digitais utilizam fotos e vídeos de pessoas famosas com matérias falsas, indicando produtos, fazendo campanhas e solicitando dados do internauta.
Desta vez a ‘vítima’ é a empresa de moda Farm, grife de moda jovem para as classes A e B, que diz oferecer uma mala, avaliada em R$ 2 mil, para quem se cadastrar e responder a um quiz (questionário). Segundo o secretário Eduardo Henrique Ceranto, os golpistas estão utilizando imagens da apresentadora Angélica e da modelo Gisele Bündchen.
“Achando que se trata de participar de uma simples tomada de opinião – e ainda com a chance de ganhar uma mala exclusiva da marca, internautas não só fazem o cadastro com nome completo, número de documentos e endereço para ‘recebimento’ do prêmio, como ainda compartilham com amigos e familiares na intenção de oferecer a eles a chance de ganharem também. Quando percebem que é golpe, já é tarde”, explica.
Esse golpe virtual – que já foi feito utilizando o nome da Havan, por exemplo – tem logomarcas da empresa, utilização de inteligência artificial para ‘dar vida’ a personagens famosos e endereço ocultos, tudo para confundir a lesar o consumidor.
“Em Umuarama, temos apenas reclamações extraoficiais, nenhum registro feito, mas estamos a par de várias pessoas que já caíram no golpe. Geralmente enviam o valor do frete para receberem os produtos, valores que variam de R$ 50 a 100, que pode não representar muita coisa, mas o lucro dos golpistas deve ser exorbitante”, analisa Ceranto.
A falta de atenção a pequenos detalhes é que acabam levando o internauta a cair em golpes, mas a maioria das vezes é por uma certa ganância de ganhar um prêmio, de ganhar dinheiro fácil, por acreditar que milagres existem. É com essa frase que o diretor do Direto do Consumidor do Procon de Umuarama, Thailison de Souza Neves resume o aumento crescente nas ações fraudulentas realizadas via internet.
“Neste caso específico, jovens e adultos ligados ao mundo fashion sabem que a Farm é uma grife que faz moda para pessoas descoladas e que têm cacife para investir, por baixo, R$ 450 em uma blusinha, vestido ou camisa. Então querem obter vantagem e são negativamente surpreendidos”, afirma.
O advogado comenta que a marca Farm tornou-se símbolo de um luxo contemporâneo, o que coloca suas peças como objetos de desejo. “E a possibilidade apresentada de se conseguir de graça uma bolsa recheada desses produtos, faz com que o cidadão exponha seus dados, até informações do cartão de crédito, a sites fraudulentos, hackers, golpistas de todas as categorias”, observa.
Por meio de anúncios patrocinados em redes sociais como Instagram, Facebook e TikTok, criminosos oferecem a mala exclusiva com um anúncio ‘irresistível’. A marca já se manifestou oficialmente, negando qualquer tipo de promoção envolvendo a distribuição gratuita do produto.
“As formas mais certas para se defender são: desconfie de promoções milagrosas – se algo parece bom demais para ser verdade, provavelmente é. Pesquise antes de clicar: confirme a no site oficial da marca, preste atenção na URL e nunca, jamais forneça seus dados pessoais e muito menos não faça pagamentos antecipados”, instrui.
(Assessoria PMU)
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