Projeto incentiva alunos a aproveitar espaços da escola e a cultivar verduras em casa - Foto: Assessoria PMU
Inspirada no Programa Agrinho, um projeto nacional que promove a educação ambiental e a cidadania nas escolas, a professora Cristina Bacarin, que leciona para o 2º ano da Escola Municipal Dr. Ângelo Moreira da Fonseca, desenvolveu dinâmicas extracurriculares para os alunos valorizarem mais a natureza e a sustentabilidade. Sob orientação, eles estão produzindo flores e verduras aproveitando espaços na escola e também em casa.
Os alunos da professora Cristina criaram um jardim com vasos que não ocupam grandes espaços e são suficientes para produzir temperos, verduras, legumes, flores e até pequenas frutas como o morango. “Na cidade não temos muitos espaços livres. Por isso semeamos crotalárias junto ao muro da escola. A planta ajuda no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue”, disse.
“Aproveitamos as aulas de Ciências sobre plantas aéreas e cultivamos orquídeas em troncos de árvores e semanalmente fazemos leitura à sombra, no gramado, para que as crianças valorizem e respeitem mais a natureza e desfrutem do ar livre e da tranquilidade que esse espaço traz”, acrescentou a professora.
Os alunos também produziram um álbum de figurinhas pintadas por eles mesmos, com ilustrações da fauna e flora do campo e da cidade. “Para completar, entregamos aos alunos (com autorização dos pais) um pequeno vaso, um saquinho com terra e uma muda de verdura para eles cultivarem em casa, junto com a família”, completou.
De acordo com a professora, tudo é muito rápido no mundo atual, com hora marcada, esperando resultados rápidos, e a população vive em lugares pequenos e fechados, sem muito contato com a natureza. “Falhamos em passar isso para as crianças. Muitas vezes não mostrar a importância de uma alimentação saudável para o seu desenvolvimento. Na merenda escolar, por exemplo, 70% das crianças rejeitam saladas”, lembrou Cristina.
Aproveitando o projeto, a professora decidiu implantar práticas em sala de aula para que os estudantes aprendam a plantar, lidar com a terra, observar o desenvolvimento das plantas, os cuidados necessários e saber que em pouco espaço – num simples vasinho ou numa embalagem reciclada – é possível produzir uma plantinha que pode ser parte da alimentação ou trazer a natureza para mais perto, embelezando e tornando mais agradável o ambiente.
“Deste modo, trazemos um pouquinho do campo para a cidade e ensinamos os pequenos a valorizar aqueles que incansavelmente produzem nosso alimento”, completou.
A professora lembra que as crotalárias atraem libélulas cujas larvas se alimentam das ninfas do mosquito da dengue e que as orquídeas plantadas em frestas e ocos de árvores evitam o acúmulo de água e dificultam a reprodução do mosquito. Portanto, são armas importantes no controle da dengue que podem ser praticadas pelos alunos na escola e em suas casas.
(Assessoria PMU)
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