Foto: 17ª DRP
A 17ª Delegacia Regional (DRP) de Cruzeiro do Oeste revelou, na manhã desta sexta-feira (7), que obteve a indicação do suspeito do crime bárbaro que vitimou uma égua na manhã do dia 5 de junho, que foi encontrada esfaqueada e sangrando no bairro Jardim Cruzeiro.
A investigação contou com o apoio de denúncias anônimas que permitiram os investigadores constatarem a veracidade dos fatos do denunciante. O suspeito é um homem de 39 anos com passagens pela polícia por furto, roubo e dano. Ele ainda não foi localizado, mas responderá criminalmente pelo grave crime praticado.
“A Polícia Civil agradece o apoio e confiança da comunidade e reafirma que todas as denúncias trazidas pelo telefone da Delegacia e pelo número 181 permanecem anônimas. O apoio da comunidade local é fundamental para tornar os Órgãos de Segurança Pública mais fortes”, agradeceu o delegado Leonardo Queirós, responsável pela 17ª DRP.
A égua foi encontrada caída com vários cortes no corpo, na manhã desta quarta-feira (5). A Polícia Militar (PM) foi acionada para atender a situação por volta das 8h30.
No local, a equipe encontrou o animal caído com várias dilacerações pelo corpo, possivelmente causadas por uma faca ou algum outro objeto cortante. A dona da égua afirmou que ele estava amarrado, porém não sabia o que aconteceu ou quem seria o agressor.
Uma médica veterinária da Vigilância Sanitária foi acionada para emitir um laudo, assim como uma representante da Associação de Amparo aos animais de Cruzeiro do Oeste, a Arca de Noé. A égua foi socorrida e encaminhada para atendimento médico no Hospital Veterinário da Unipar, em Umuarama, onde passou por cirurgia e uma amputação de cauda.
Um boletim de ocorrência foi confeccionado sobre o caso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Oeste.
O animal foi socorrido e não será mais sacrificado, de acordo com as informações reveladas pela equipe veterinária ao OBemdito na manhã desta quinta-feira (6). Ela teve a cauda amputada, porém está se recuperando aos poucos.
De acordo com o professor André Boscarato, que comandou a cirurgia no Hospital Veterinário da Unipar de Umuarama, a égua chegou para atendimento com lesões que possivelmente foram feitas com um facão, foice ou algum objeto semelhante. Ela havia perdido uma grande quantidade de sangue.
O procedimento cirúrgico durou por aproximadamente quatro horas e contou com o apoio dos residentes Geovana André e João Berta, além dos demais acadêmicos de medicina veterinária que também participaram no que foi necessário.
“Foi feita uma reconstrução cirúrgica na região do períneo, a cauda foi amputada, ela perdeu bastante sangue, mas agora está estável e se alimentando. Vai ficar algumas semanas internada pois o caso ainda aspira cuidados”, explicou Boscarato.
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