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Jovem que foi atacada com ácido segue internada na UTI; câmeras registraram suspeito

O suspeito é um homem que utilizava uma peruca loira e foi filmado caminhando em algumas regiões da cidade

Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Jovem que foi atacada com ácido segue internada na UTI; câmeras registraram suspeito
Redação - OBemdito
Publicado em 24 de maio de 2024 às 08h44 - Modificado em 24 de maio de 2024 às 08h44
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A jovem Isabelly Ferreira, de 23 anos, que foi atacada com ácido nesta quarta-feira (22) após sair da academia em Jacarezinho, no Norte do Paraná, segue internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de Londrina, com queimaduras no rosto e na região do peito. A Polícia Civil está tentando localizar o suspeito do crime, que foi filmado por câmeras de segurança.

Segundo a delegada Caroline Fernandes, o suspeito aparece em vídeos em diversos locais da cidade, até chegar ao local onde ele teria atacado a vítima. “Já ouvimos cerca de 15 pessoas a respeito dessa tentativa de homicídio e estamos trabalhando com denúncias. As imagens do suspeito foram divulgadas. Para quem souber, para quem tiver alguma informação, a Polícia Civil agradece e manterá o sigilo”.

O suspeito é um homem de peruca loira que ainda não foi identificado pelas autoridades. Assista abaixo:

A tentativa de homicídio aconteceu no momento que a jovem havia acabado de sair de uma academia na Vila Ageo. Em uma filmagem, é possível ver Isabelly caminhando, por volta das 13h20 e, logo depois, volta correndo pedido ajuda a populares. Veja:

Ela foi encaminhada para uma UBS de Jacarezinho e posteriormente transferida para Londrina. Segundo populares, ela gritava de dor e ingeriu um pouco da substância no momento em que foi atingida.

Um comerciante que levou a jovem para atendimento médico relatou parte do ocorrido à RICtv. “Ela não conseguia falar, só falava ‘mãe’. Ela estava com a mão no rosto e ela jogava muito líquido para fora, e aquele odor de soda cáustica. Se é, eu não sei […]. Ela só chorava e chamava a mãe”, disse.

Segundo a PCPR, testemunhas já foram ouvidas e continuarão a ser, porém até o momento não há confirmação de motivação do crime ou autoria do mesmo.

(Com informações RIC Mais)

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