Foto: Acervo Ítalo Fábio Casciola
A paisagem urbana de Umuarama se caracteriza por sua constante mutação desde que a cidade foi fundada, em 1955. Todavia, nas duas últimas duas décadas isto transcorreu de forma muito rápida e acentuada. Há lugares que mudaram da água para o vinho, e, em alguns casos, do vinho para água.
Em outras palavras, aconteceram – e continuam acontecendo – mudanças interessantes para a cidade e sua gente, outras nem tanto em termos de consequências para o meio ambiente e para seus habitantes. Isso se verifica tanto no centro como na periferia, além das áreas da zona rural e que agora foram ocupadas por loteamentos e indústrias.
Praticamente tudo o que foi construído nas duas primeiras décadas da cidade, neste novo milênio desapareceu. Esse efeito deve-se à expansão do mercado imobiliário praticada em nome do desenvolvimento, a exemplo do que ocorreu na maioria das concentrações urbanas brasileiras. Ou seja, a “selva de pedra” de agora varreu do mapa urbano a antiga arquitetura de madeira, seja na área central como nos espaços residenciais de outrora.
Desde criança vivendo aqui na nossa Umuarama, assisti ao constante construir, demolir, construir de novo… Coisas da cultura capitalista. Ao rever estas imagens de meu acervo que publico hoje aqui n’OBEMDITO, me vem à memória a letra daquela bela canção: “Nada do que foi será/ De novo do jeito que já foi um dia/ Tudo passa/ Tudo sempre passará. (…)/ Tudo que se vê não é/ Igual ao que a gente/ Viu há um segundo/ Tudo muda o tempo todo/ No mundo…”. É isso!
Verdade seja dita, Umuarama nasceu para ser uma cidade gloriosa, cujo futuro se afirma a cada dia que passa, sendo motivo de orgulho para os antigões e para os umuaramenses natos, assim como para os forasteiros que aqui fincaram suas raízes.
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