Foto: acervo da família
Acontece neste domingo (31) a Missa de 7º Dia em memória de Valderez Batista Januário. A homenagem póstuma será realizada às 9h na Paróquia São Paulo Apóstolo, de Umuarama. Músico e compositor, ele faleceu no último domingo (24), aos 68 anos, vítima de um câncer agressivo no pâncreas. Valderez enfrentava a doença desde novembro do ano passado.
Nascido em Sertanópolis/PR, passou a morar em Umuarama em 1968, com 13 anos de idade. Na adolescência começou a carreira musical acompanhando seu irmão mais velho, Wilson Januário, conhecido como Poreca.
No início dos anos 70 foi baixista de uma das primeiras bandas de rock de Umuarama, a Cosmos Factory, formada pelos músicos Biafra, Alexandre, Anísio e Luciano. Posteriormente integrou as bandas Som Fórmula 5 e Tropical Company (do músico Agenor Ranzani) animando bailes, carnavais e festas privadas em várias regiões do Paraná. Foi nessa época que se estabeleceu como músico profissional. Ainda nos anos 70, fez parte também da banda de rock A Lenha.
Paralelamente, trabalhou como administrador do Hospital Santa Cruz, foi analista de crédito na rede Brasimac e gerente da loja Arapuã em Paranavaí. Depois, Valderez abriu uma empresa de cobranças em Umuarama, a Cobrasc Assessoria, dedicando-se a esta por 18 anos.
Em 2008, se mudou com a esposa para o litoral paranaense, regressando em 2011 para Umuarama. No retorno, passou a estudar e se graduou em Filosofia pela Unipar. Fez uma pós-graduação na mesma área e, por alguns anos, foi professor do ensino médio da rede pública estadual, trabalhando no Ceebja de Umuarama e nos Colégios Estaduais Bento Mossurunga e Pedro II.
Valderez nunca abandonou a música. Nos últimos anos antes da pandemia fez apresentações acústicas em barzinhos da cidade acompanhado de seu filho Vinícius Januário e seu sobrinho Clodoaldo Manduca e também foi baixista da banda Tom Brasil. Até sua relação com Deus foi através da música, animando missas por muitos anos nas paróquias São Paulo Apóstolo e São Francisco de Assis.
Valderez será sempre lembrado por familiares e amigos por sua bondade, seu grande senso de humor, seu talento e imensa sensibilidade para a música e para a vida. Deixa a esposa Marlene, os filhos Vinícius e Vanise, a nora Ezequiela e os netos Cristiano Vinicius e Gabriel Wayra.
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