Foto: Colaboração
O depoimento de Jean Michel de Souza Barros estava cercado de grande expectativa. Os trabalhos deste sábado (2) começaram às 8h e a sala do Tribunal do Júri ficou lotada de pessoas que queriam acompanhar o julgamento do acusado de cometer triplo homicídio.
O crime aconteceu no dia 8 de agosto de 2021 e vitimou a advogada Jaqueline Soares, 39 anos (esposa do réu), e os pais dela, Helena Marra, 59 anos, e Antônio Soares dos Santos, 65 anos. Os três foram assassinados com golpes de faca na casa em que residiam na avenida São Paulo, perto da praça do Japão.
O sábado começou com a testemunha Leandro José Santana, investigador do Grupo de Diligências Especiais (GDE) da Polícia Civil de Umuarama. Assim como os demais integrantes da investigação que passaram pelo Tribunal do Júri, Leandro explicou como foi o dia em que os corpos foram encontrados e o transcorrer das investigações do caso.
Os questionamentos ao investigador foram encerrados por volta das 9h30 e, na sequência, deveria ser ouvido Jean Michel. Porém, os advogados que fazem sua defesa solicitaram ao juiz um tempo para orientarem o cliente. Perto das 12h o juiz de Direito, Adriano Cezar Moreira, avisou a todos os presentes que a equipe contratada pelo réu pediu mais tempo e, desta forma, o magistrado informou que haveria um recesso para almoço. A previsão é de retomada do júri a partir das 13h30.
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