Foto: Rodrigo Mello/OBemdito
Com quase duas décadas de atuação na Polícia Civil, o delegado Felipe Martins está prestes a completar um ano à frente da Delegacia de Iporã, que abrange também as cidades de Cafezal do Sul e Francisco Alves. Nomeado no dia 2 de janeiro de 2023, junto a outros delegados para suprir a ausência de titulares na região, Martins, é apaixonado pelo que faz. Durante entrevista recente ao OBemdito, o profissional refletiu sobre sua trajetória e revelou alguns planos para o futuro.
Além de suas funções na polícia, o delegado também é professor de direito na UniAlfa, e compartilha sua experiência em um canal nas redes sociais, oferecendo informações valiosas para aspirantes a concursos públicos. Com uma carreira iniciada no Rio de Janeiro, passando pelo Acre até chegar ao Paraná, ele destaca os desafios enfrentados durante as mudanças de Estado.
“Entre o Rio de Janeiro e o Acre, onde fui delegado por 1 ano e 8 meses, e agora no Paraná, passei por diferentes desafios. Mudar para Iporã foi adaptável, mas um processo desafiador. Foi uma mudança positiva. Iporã é uma cidade acolhedora”, destacou.
Ao abordar sua atuação, o delegado enfatiza as melhorias na estrutura da delegacia, o que segundo ele, tem proporcionado um ambiente mais propício para o desempenho das funções. Martins destaca a mudança para um novo prédio, o que possibilitou a criação de espaços específicos para vítimas de violência doméstica e familiar.
“Ao chegarmos, mudamos a sede da unidade, buscando humanizar o atendimento. Em abril de 2023, nos instalamos em um novo prédio, proporcionando melhorias significativas, como uma sala dedicada à violência doméstica e familiar contra a mulher, uma brinquedoteca e uma recepção mais acolhedora”, completou.
O combate a criminalidade tem sido uma das prioridades para o delegado. Conforme ele, a luta é para combater o crime organizado e melhorar a sensação de segurança. “Além disso, nosso foco é evitar que inocentes sejam acusados injustamente, mitigando os prejuízos e proporcionando um bom atendimento às vítimas”, completou.
Quanto aos avanços na cidade, Martins destaca a redução da carga de investigações antigas, por conta do aprimoramento no atendimento ao público e a realização de operações contra o tráfico de drogas.
“Nosso trabalho é entregar à justiça e ao Ministério Público uma investigação bem feita, para que criminosos sejam responsabilizados, mas também evitando que inocentes sejam acusados injustamente”, pontua o delegado.
O delegado também destaca a interação com a comunidade como uma das ferramentas para melhoria dos indicadores de violência. “Participamos de palestras em escolas, colaboramos com as prefeituras e realizamos ações voltadas à violência doméstica e ao combate ao tráfico de drogas. Essa aproximação é fundamental para melhorar a sensação de segurança”.
Com uma atuação que vai além das fronteiras da polícia, Martins mantém um canal nas redes sociais, onde compartilha dicas e informações para quem busca ingressar na carreira pública, sempre com foco na área jurídica.
“Mantenho um canal no YouTube e no Instagram para compartilhar dicas e informações sobre direito, especialmente para quem busca concursos públicos. Sempre foi meu sonho contribuir para a formação de jovens nessa área”.
Além da formação em direito, o delegado também possui formação acadêmica em teologia. De acordo com ele, ter conhecimenbto nesta área o ajuda muito, especialmente ao lidar com situações que exigem compreensão das aflições humanas.
“A graduação em teologia me ajuda a compreender melhor as pessoas e a lidar com situações que exigem empatia. Contribui para uma visão mais ampla e humanizada do meu trabalho”, complementa.
Quanto aos planos futuros, o delegado manifesta sua insatisfação constante, buscando sempre melhorar os processos da polícia civil. “Sempre existe algo para fazer melhor. Queremos manter o que conquistamos, aprimorar a qualidade das investigações e integrar um produto de qualidade na entrega à sociedade”, afirma. “Fazer o seu melhor nas condições que você tem, para quando você tiver condições melhores, poder fazer um trabalho ainda melhor”, completa parafrasear, Mario Sergio Cortella, filósofo paranaense.
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