Fotos: Reprodução internet
Estamos vivendo um tempo pós-pandemia, renascendo de uma longa temporada marcada por uma série de fatos terríveis que abalaram nossa gente. Mas, pelo menos, essa fase passou e voltamos ‘ao normal’ com relação à segurança de nossas vidas…
O que parece nunca passar é a ‘pandemia da falta de dinheiro’, a ‘pandemia da crise econômica’, a ‘pandemia dos boletos para pagar’… A todo momento repercutem notícias negativas dos terríveis furacões inflacionários, tornando a nossa existência preocupante com os altos preços de alimentos, combustíveis e tudo mais…
Quando se vai às compras a gente cai na realidade de que o dinheiro não vale mais o quanto está assinalado nas cédulas e nas moedas. E que o salário acaba bem antes do final do mês. É uma depressão que parece não ter fim…
Nas rodas de amigos a conversa predominante é a crise, todo mundo só fala na falta de DINHEIRO?! Sim, dinheiro, money, grana, $$$ que sumiram…
Observando essa realidade me veio a lembrança do passado, na minha adolescência e juventude, quando as pessoas andavam com rolos de notas enroladas nos bolsos e podiam pagar suas contas em dia,
Mas qual era a moeda que vigorava em Umuarama naqueles remotos anos 1950 em que a cidade começou a ser construída? Que dinheiro era esse que bastava para viver bem, ter trabalho garantido e esse trabalho era reconhecido com um bom salário que dava para sustentar a família sem ansiedade e nem ataques depressivos?
Se agora a ‘moda’ é falar em DINHEIRO, então vamos lá, vamos falar do antigo Money-money-money… Na época reinava absoluto o Cruzeiro, pelo qual todo mundo trabalhava duro, corria atrás daquelas moedas e cédulas para pagar as contas e sobreviver no meio deste deserto em que havia se transformado a antiga mata araucária. Enfim, todo mundo fazia exatamente igual faz hoje para ter $$$. Com a diferença que os preços dos produtos não subiam todo dia como acontece atualmente.
A primeira edição do Cruzeiro (depois vieram outras…) aconteceu no dia 5 de outubro de 1942 – circulando até 12 de fevereiro de 1967. O nome era uma celebração à constelação do Cruzeiro do Sul, escolhida como símbolo da Pátria. Ele circulava em notas de 10, 20, 50, 100, 200, 500 e 1.000. Alguns anos, aconteceu uma falta de recursos do governo, o que levou a lançar as notas de 1 e 2 para substituir as moedas.
Com o passar dos anos, infelizmente veio uma dolorosa surpresa – surgiu a tal inflação, um terrível dragão devorador de dinheiro! E era uma inflação galopante antes nunca vista que se abateu no Brasil e o Cruzeiro se desvalorizou de tal maneira que foi necessário substituí-lo pelo Cruzeiro Novo (NCr$), instituído como unidade monetária transitória, equivalente a um mil cruzeiros antigos, restabelecendo o centavo.
O Cruzeiro Novo se manteve apenas até 1970 quando voltou novamente o Cruzeiro (Cr$) como moeda oficial do Brasil. Após quase 16 anos, o Cruzeiro perdeu totalmente a sustentabilidade e foi substituído pelo Cruzado (Cz$) em 1986. E nunca mais tivemos sossego na vida, pois até hoje a preocupação com o valor do dinheiro atormenta a nossa existência. (ITALO FÁBIO CASCIOLA).
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