Foto: Assessoria
Representantes da sociedade civil, de órgãos governamentais e de usuários dos serviços socioassistenciais oferecidos pelo poder público, conselhos municipais, instituições e entidades, discutiram a realidade do atendimento prestado em Umuarama e formularam propostas para melhoria contínua do acompanhamento durante a 13ª Conferência Municipal da Assistência Social.
O encontro reuniu um grande público no Centro Cultural Vera Schubert, nesta quinta-feira, 13, com o tema “Reconstrução do Suas: O Suas que temos e o Suas que queremos”. Foi aberto às 9h pela presidente do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Annie Cristiny Lopes de Araújo, e pelo secretário municipal responsável pela área, Amós Westphal, que também representou o prefeito Celso Pozzobom.
A abertura teve ainda as presenças do promotor de Justiça Marcos Antônio de Souza, da vereadora Cristiane Gimenes (a Cris das Frutas), representando o Legislativo, do Mister 3ª Idade Antônio de Souza (do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Idoso, representante dos usuários), e do chefe regional da Secretaria do Desenvolvimento Social e da Família, Glicério Dias de Araújo, além do procurador do Ministério Público do Trabalho, André Vinicius Melatti.
O cerimonialista Ivo Galdino, do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, disse que a conferência é a instância de deliberação, “uma oportunidade que o município tem para avaliar as políticas públicas e a responsabilidade dos atores envolvidos na consolidação do Suas – Sistema Único da Assistência Social”.
Cris das Frutas citou o evento como parte da jornada de reconstrução do sistema de assistência social, “ouvindo quem vivencia as demandas e desafios, com a participação popular para as transformações necessárias”. O promotor Marcos de Souza disse entender as dificuldades para a implantação de políticas públicas em atendimento aos usuários e destacou os avanços de poder público e da sociedade civil no setor.
O secretário Amós Westphal lembrou ter assumido há poucos dias a pasta da Assistência Social, mas disse ter longa relação com a área. Parabenizou os organizadores pelo cuidado e os presentes por se disporem a participar das discussões, compartilhar conhecimentos e formular ideias para a melhoria do Suas. A presidente do CMAS destacou a presença dos usuários, alguns vindos dos distritos de Umuarama.
“Agora é o momento de conferir as ações do presente e passado e construir um atendimento melhor aos usuários, para o futuro. O que nós temos pensando para eles, sobre o que realmente precisam, isso nos faz refletir. Devemos ouvir, refletir e dar nossa contribuição para construir o Suas que queremos”, apontou Annie Cristiny.
Após a execução do Hino Nacional e apresentações artísticas de jovens da Casa da Paz, a programação seguiu com a aprovação do regimento interno, homenagem póstuma ao conselheiro municipal e estadual de Assistência Social, Alexan Carlos de Goes, e palestra com a assistente social e professora Simone Beatriz Ferrari sobre o tema da conferência.
CINCO EIXOS
À tarde uma apresentação da oficina de música do Projeto Amor é Ação, da Assistência Social Lar Betel (Assebe), iniciou os trabalhos. Os participantes foram divididos em grupos para a discussão dos cinco eixos da conferência (que abordam financiamento, controle social, articulação entre segmentos, serviços, programas e projetos, benefícios e transferência de renda) e elaboração das propostas (duas para o município, uma para o Estado e outra para a União).
O encontro terminou com a eleição de dois delegados e respectivos suplentes para a Conferência Estadual de Assistência Social, de 3 a 5 de outubro em Cascavel. O prazo para que as cidades realizem suas conferências, iniciadas em maio, se encerra dia 15.
Os encontros são uma oportunidade para que a comunidade participe do debate de politicas públicas para o desenvolvimento e fortalecimento da área. Os participantes decidem o que será levado para a etapa estadual e depois para a nacional e discutem temas como a proteção social, o acesso a benefícios, o enfrentamento à pobreza e à desigualdade.
(Assessoria PMU)
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