FOTO: Danilo Martins/OBemdito
Fernando Dias de Souza, conhecido como ‘Toca’, ficou mais de 10 dias internado e segundo a avaliação dos médicos seu quadro de saúde era considerado grave e as chances de vencer a covid eram poucas. Os pulmões ficaram comprometidos em mais de 70% e a saturação muito abaixo do que é preconizado. Mas depois de vários dias de muito sufoco e orações, Fernando consegue agora mesmo que de forma mais lenta respirar aliviado.
“Eu lembro que fui internado depois que passei mal aqui em casa e fui levado para o Hospital Cemil. Fiquei hospitalizado no quarto e depois meu quadro se agravou demais e eu precisei ir para Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A partir deste momento eu não me recordo de nada. Eu fiquei vários dias sedado e intubado. Quando eu fui extubado a médica me contou tudo que eu havia passado e a grande batalha que eu venci”, lembra Fernando.
Fernando está em casa há dias e agora recebe os cuidados e carinhos dos familiares. Com a fala meio embargada ainda, passa pelo processo de recuperação, que deve durar em média 30 dias. “Minha esposa é o meu anjo, ela não me abandonou em nenhum momento e agora está ainda mais ao meu lado nesse processo de recuperação”, destacou.
O uso do oxigênio ainda é o aliado de Toca. “Eu uso quando converso bastante porque eu fico cansado. A cada dia é uma vitória e eu só tenho que agradecer a Deus pela oportunidade de estar aqui hoje”, observou.
Muitas pessoas não tiveram a mesma sorte que Fernando Dias de Souza teve. “O psicológico fica muito abalado. Depois que eu deixei o hospital eu vi quantas pessoas que eu conhecia que não estão mais aqui para contar e comemorar a vida”, disse.
Fernando contou a reportagem de OBemdito que não acreditava na doença. “Eu senti na pele quão grave e letal é essa doença. Eu achei que era imune, precisei passar pelo sufoco para aprender e entender o verdadeiro valor da vida. Eu não desejo para ninguém o que eu passei, por isso, eu peço para que as pessoas se cuidem, use máscaras, álcool em gel, lave as mãos e mantenha o isolamento e distanciamento”, reforçou.
Fernando possui comorbidades e isso ajudou a agravar seu quadro de saúde. “Eu sou um verdadeiro milagre de Deus. A palavra que me define hoje é gratidão”, finalizou.
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