Foto: Assessoria PMU
Integrantes da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Umuarama realizam uma palestra para os 150 atiradores do Tiro de Guerra 05.012 na última quarta-feira, 7, por volta das 5h30 – horário de instrução dos jovens que prestam o serviço militar obrigatório na unidade. O coordenador, inspetor Enivaldo Ribeiro, membro da Guarda Municipal desde 1992, explicou o que é a defesa civil, como e quando ela é acionada para atuar e a colaboração que recebe das forças armadas, se necessário, como determina a Constituição Federal.
Atendendo ao convite do chefe de instrução do TG, subtenente Wendel, Ribeiro também falou sobre o trabalho realizado em Umuarama, os casos mais frequentes e o plano de contingência que é acionado em caso de desastres. “A Defesa Civil trabalha com os recursos existentes, mas graças aos planos de contingência e emergência consegue mobilizar rapidamente todo o apoio necessário, tanto humano quanto material”, detalhou.
Em Umuarama a coordenadoria é composta por três pessoas, tecnicamente, “mas em caso de necessidade podemos nos tornar mais de mil, com acesso a caminhões, pás carregadeiras, retroescavadeiras, servidores e voluntários, incluindo os jovens do Tiro de Guerra, tudo o que for importante para socorrer a população diante de um desastre natural ou não. A Defesa Civil somos todos nós”, destacou Ribeiro.
Em caso de desastres, o trabalho começa com o isolamento da área, vistorias e levantamentos para então ser determinado qual ação é indicada e como ela será realizada. “Se for preciso uma máquina para retirar escombros, acionamos a pessoa cadastrada no plano e ela mobiliza o seu staf. Caso sejam necessários caminhões e pessoal para retirar móveis, acionamos o setor de serviços públicos do município. Tudo funciona de forma bem organiza, para maximizar a eficiência”, explicou.
Estruturalmente a Defesa Civil conta com dois servidores municipais e uma estagiária da área de Administração, salas de coordenação e de atendimento, cozinha e depósito, onde são armazenadas ferramentas de trabalho como botas, capacetes, luvas, óculos de proteção, enxadas, pás, foices e facões, além de motosserras, motopoda e uma motobomba. A equipe atua sempre uniformizada, com os equipamentos de proteção individual e muita disciplina.
“É importante esse contato com os atiradores para que conheçam os nossos protocolos e porque eles podem ser peças-chave no caso de um desastre de grandes proporções em Umuarama”, completou Ribeiro.
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