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Dados apontam queda no índice de mortalidade infantil na área da 12ª Regional de Umuarama

Dados apontam queda no índice de mortalidade infantil na área da 12ª Regional de Umuarama
Foto: Danilo Martins/OBemdito
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Publicado em 23 de abril de 2023 às 07h55 - Modificado em 21 de maio de 2025 às 10h13

A 12ª Regional de Saúde de Umuarama está comemorando a diminuição da taxa de mortalidade infantil nos 21 municípios que compõe a regional. Dados preliminares do órgão, mostram que nos últimos quatro anos a redução foi significativa. Enquanto em 2018 o índice era 15 mortes para cada 1.000 nascidos vivos, em 2023, esse número caiu na casa de 1 dígito.

Agora, em 2023, são 6,9 mortes para a cada 1.000 nascidos vivos. A taxa de mortalidade infantil é uma estimativa do risco de morte a que está exposta uma população de nascidos vivos em determinada área e período, antes de completar o primeiro ano de vida.

Conforme a enfermeira da Vigilância Epidemiológica da regional, Aurea Mia Shimamura, ele é calculado dividindo-se o número de crianças que morreram no primeiro ano de vida pelo número de nascidos vivos no mesmo município e período, multiplicando-se por 1.000

“O índice é um dos indicadores mais consagrados do mundo, sendo utilizado, internacionalmente como indicador de qualidade de vida e desenvolvimento, por expressar a situação de saúde de uma comunidade e as desigualdades de saúde entre grupos sociais e regiões”, explica.

Para a chefe da regional, Viviane Herrera, o resultado é fruto de muito trabalho e da adoção políticas públicas de atenção com as grávidas. “Nós criamos protocolos regionais, tratando com equidade a nossa região. Inúmeras reuniões e treinamentos foram realizados envolvemos todos os níveis e redes de atenção à saúde do binômio mãe-bebe”, destacou. 

Conforme ela, atualmente a regional de Umuarama tem a menor taxa de mortalidade do Paraná. “Não se trata apenas de um resultado, de um número, de um indicador, mas sim da qualidade com que chegamos a esse resultado, mesmo em meio a pandemia. Nós temos uma assistência qualificada as nossas gestantes, recém-nascidos e criança”, afirmou. 

Os resultados obtidos em 2023 e 2022, ainda não preliminares. Já os índices de 2019, 2020 e 2021 são consolidados, ou seja, não mudam mais. Confira a seguir os índices por ano:

2018 -15,0 

2019- 15,9 

2020- 12,8 

2021- 9,0 

2022- 8,8 * 

2023- 6,9 

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Rodrigo Mello

Formado em Jornalismo pelo Centro Universitário de Pato Branco (Unidep), tem especialização em Docência e Gestão do Ensino Superior pela Universidade Paranaense (Unipar). Com 23 anos de experiência, trabalhou em portais de notícia, assessoria de imprensa, TV e rádio. Foi assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e secretário municipal de Comunicação entre os anos de 2010 e 2013. Atualmente, é jornalista no portal OBemdito, onde escreve sobre política, educação, saúde, cidadania e segurança pública.