Foto: Assessoria PMU
Estruturada sobre o tema ‘Visão das comunidades e proposta de zoneamento ecológico-econômico da APA do Rio Piava’, o Conselho Municipal do Meio Ambiente de Umuarama (CMMA) realiza nesta segunda-feira (27), às 9h, uma audiência pública que tem o objetivo de discutir a revisão do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Piava.
O evento tem a coordenação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O secretário Rubens Sampaio relata que o tem já havia sido apresentado à comunidade, que foi convidada a participar de uma consulta pública pela internet, entre os dias 15 e 22 de fevereiro.
“Nós disponibilizamos um formulário eletrônico com uma série de perguntas para podermos estruturar uma linha de trabalho baseada exclusivamente sobre como cada um vê a APA do Piava, pedindo suas sugestões e indicações”, conta.
Agora, com as informações e dados tabulados, o CMMA tem condições de fechar o trabalho com a audiência pública, onde os representantes da sociedade podem – e devem – se manifestar, como explica Fernanda Periard Mantovani, presidente do Conselho.
“Um dos objetivos é garantir desenvolvimento ambiental sustentável em harmonia com a infraestrutura urbana para melhorar a qualidade de vida dos umuaramenses. O plano de manejo existe para assegurar a utilização da área da APA da forma mais adequada, garantindo a sua conservação com o uso racional dos recursos naturais”, detalha.
Fernanda explica ainda que o Plano de Manejo é um instrumento que ajuda a levantar demandas e a nortear a implementação de medidas para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, intervindo nos aspectos socioambientais que determinam a utilização e ocupação dessa unidade de conservação.
“As audiências públicas são fundamentais para revelar o pensamento da população e, neste caso, vamos conversar com os moradores desse perímetro que compõe a APA do Piava”, observa.
Entre os temas abordados sobre a APA, destaque para as formas de proteção das nascentes, cachoeiras, cursos d’água, áreas de preservação permanente, reserva legal, áreas de reflorestamento e de uso do solo, culturas permanentes e temporárias, estradas rurais, etc.
“Essa participação é importante para podermos cuidar da recuperação de áreas, conservação e proteção dos recursos naturais, impedir os efeitos nocivos da intervenção do homem e implantar uma política de conscientização da sociedade para a proteção ambiental”, reforçou.
(Assessoria PMU)
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