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Federação Única dos Petroleiros diz que aumento da gasolina se deu por pressão de acionistas

Em uma nota divulgada nesta terça-feira (24), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirma que o aumento do preço da […]

Foto: Danilo Martins/OBemdito
Foto: Danilo Martins/OBemdito
Federação Única dos Petroleiros diz que aumento da gasolina se deu por pressão de acionistas
Redação - OBemdito
Publicado em 25 de janeiro de 2023 às 11h39 - Modificado em 25 de janeiro de 2023 às 11h39
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Em uma nota divulgada nesta terça-feira (24), a Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirma que o aumento do preço da gasolina às distribuidoras anunciado pela Petrobrás foi resultado de uma pressão dos acionistas da estatal.

No texto, a FUP também atribui o reajuste como sendo resultado do que, segundo eles, é o fruto da gestão bolsonarista que ainda administra a Petrobrás, pois Jean Paul Prates, que foi indicado pelo presidente Lula (PT) para comandar a estatal ainda não assumiu o cargo, portanto não tem poder de comando.

O anúncio feito nesta terça-feira determina que o preço de venda da gasolina A para distribuidoras irá subir em 7,47% já a partir de hoje (quarta-feira, 25), resultando em um preço médio nacional de R$ 3,31 por litro.

Leia na íntegra a nota divulgada pela FUP:

O reajuste dos preços dos combustíveis é uma iniciativa da área comercial da Petrobrás que tem que ser aprovado pelo presidente da empresa, em conjunto com o diretor de investimentos e o diretor do refino. Como Jean Paul Prates ainda não assumiu o comando da empresa, ele não teve qualquer participação nesse processo.

O fato é que, assim como a gestão bolsonarista da empresa continua com as negociações para privatização de mais ativos da companhia, com a distribuição abusiva de mega dividendos para acionistas, também continua definindo os preços dos combustíveis no Brasil.

O mercado e a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis) diziam que a defasagem da gasolina era de 14% e do diesel 9%. Agora que passaram as eleições, estão buscando tirar essa defasagem, devido à pressão dos acionistas minoritários, e colocar a culpa no novo governo, que ainda não conseguiu assumir a gestão da Petrobrás como acionista majoritário e controlador que é.

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