Paraná

Jovem paranaense desenvolve aplicativo para ajudar na alfabetização e concorre a prêmio mundial

A estudante maringaense Cecília Zanlorenssi, de 13 anos, e outras três colegas desenvolveram um aplicativo voltado para a alfabetização que irá representar a América Latina em uma disputa internacional. O aplicativo, nomeado de ‘Emilia’ conta com um sistema de inteligência artificial que visa ajudar pessoas que com analfabetismo funcional.

Em um workshop promovido pela USP (Universidade de São Paulo), o Technovation For Girls – que visa explorar talentos de meninas entre 8 e 18 anos em todo o Brasil, com interesse em programação – o aplicativo feito pela equipe de Cecília conquistou o primeiro lugar. A proposta do workshop foi desafiar os participantes a utilizar a tecnologia para solucionar problemas sociais.

“A ideia surgiu do objetivo que a gente tinha no curso, que era criar um aplicativo ou alguma maneira de inteligência artificial que solucionasse um problema social que a gente repara no Brasil. Foram surgindo as ideias e o que o grupo resolveu abordar foi o analfabetismo. O app trata de exercícios para pessoas que estão analfabetas funcionais, que entendem a escuta mas não sabem ler ou escrever de maneira eficiente para a comunicação. São exercícios de diferentes níveis e assuntos. Foi um workshop oferecido pela USP para meninas, de 8 a 18 anos, que querem aprender programação. Teve um processo de seleção para participar, no qual a gente tinha que mandar um vídeo explicando alguns motivos pelos quais deveríamos ser selecionadas. Eu passei, fui inserida em um grupo e foi a partir daí que tudo começou”,

relatou a jovem.

Na próxima etapa da disputa, a jovem irá representar a América Latina na competição, que será realizada internacionalmente. Cecília afirma que não sabe ainda qual será o resultado, porém está bastante feliz com o quão longe já alcançou.

“Foi incrível, eu aprendi muita coisa, não só tecnicamente, mas eu diria que emocionalmente também. Aprendi a lidar melhor com sugestões e críticas. Não sei se minha expectativa está muito alta, porque com certeza têm meninas que sabem muito mais e têm mais tempo de experiência, mas só por ter chegado até aqui já fico feliz demais”,

conclui Cecília.

(Redação, com informações GMC Online)

Redação

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