Foto: PCPR
Uma mulher de 38 anos foi presa preventivamente nesta sexta-feira (6), em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, suspeita de estuprar o próprio filho, produzir vídeos dos abusos e comercializar as gravações pela internet. Segundo a Polícia Civil (PCPR), a criança tinha seis anos na época dos crimes.
As investigações apontam que a mulher teria sido aliciada por meio das redes sociais, após receber uma proposta de pagamento para produzir e enviar conteúdos de violência sexual envolvendo o menino.
De acordo com a PCPR, a suspeita teria aceitado a proposta e produzido pelo menos sete vídeos de abuso sexual contra a criança.
A prisão preventiva foi determinada pela Justiça após o avanço das investigações. Como o menino ainda residia com a mãe, os policiais também adotaram medidas para retirá-lo da situação de risco.
A criança foi afastada da investigada e encaminhada para escuta especializada e atendimento dos órgãos de proteção.
A Polícia Civil chegou à suspeita após analisar dispositivos eletrônicos apreendidos em operações anteriores de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Durante a perícia dos equipamentos, os investigadores identificaram conversas que relacionavam a mulher à produção e ao envio dos vídeos.
A partir dessas informações, a PCPR aprofundou as diligências e reuniu elementos que fundamentaram os pedidos de prisão preventiva e de busca e apreensão.
Durante o cumprimento dos mandados na residência da investigada, os policiais apreenderam celulares, computadores e outras mídias eletrônicas.
Os equipamentos serão submetidos à análise da Polícia Científica e poderão ajudar a identificar outras pessoas envolvidas na produção, aquisição e distribuição do material.
O delegado Leandro Vadalá Almeida, responsável pelo caso, explicou que a intervenção precisou ser rápida porque a criança continuava vivendo com a investigada.
Segundo ele, a operação permitiu interromper a situação de violência e garantir o encaminhamento da vítima à rede de proteção.
A Polícia Civil também pretende identificar os responsáveis por solicitar, comprar e compartilhar as gravações.
As investigações continuam para esclarecer a participação de outras pessoas no esquema de exploração sexual infantil.
Após os procedimentos na delegacia, a mulher foi encaminhada ao sistema penitenciário, onde permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça que denúncias são fundamentais para identificar situações de violência sexual contra crianças e adolescentes e permitir a atuação dos órgãos de proteção.
Informações podem ser repassadas de forma anônima pelos seguintes canais:
A identidade das vítimas de violência sexual, especialmente crianças e adolescentes, deve ser preservada para evitar exposição e revitimização.
A Prefeitura de Umuarama publicou nesta sexta-feira (6) o edital do Processo Seletivo Simplificado (PSS)…
Um confronto armado entre policiais e equipes do Pelotão de Choque de Maringá terminou com…
Uma colisão entre uma Chevrolet Montana e um Toyota Corolla mobilizou equipes de atendimento na…
Medida atinge cinco lotes do medicamento após fabricante identificar embalagens e identificações incompatíveis com os…
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de tempestade para Umuarama e municípios…
Mais de 100 produtores rurais, empresários e gestores de fazendas participaram do Conexão Agro, realizado…
Este site utiliza cookies
Saiba mais