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Suposto furto de relógio e aliança do presidente Lula vira alvo de ironias nas redes sociais

Suposto furto de relógio e aliança do presidente Lula vira alvo de ironias nas redes sociais
Relógio Omega Constellation, avaliado em cerca de R$ 42 mil, voltou ao debate político após comparações com modelo de R$ 449 usado por Flávio Bolsonaro (Foto Redes Sociasi)
Foto de Rudson de Souza
Publicado em 21 de outubro de 2026 às 17h05 - Modificado em 21 de outubro de 2026 às 17h18

O suposto furto de um relógio de luxo e da aliança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante um comício na divisa entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), na noite de terça-feira (20), provocou repercussão nas redes sociais. Perfis ligados à oposição aproveitaram o episódio para ironizar o presidente, recorrendo ao ditado popular “ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão”.

As publicações também recuperaram declarações antigas de Lula sobre criminalidade e pequenos delitos. As falas foram utilizadas por adversários políticos para questionar o presidente e ampliar as críticas ao petista em meio à reta final do segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

O relógio citado nas publicações seria um Omega Constellation, confeccionado em ouro e aço, com valor estimado em aproximadamente R$ 42 mil. O acessório já havia despertado discussões sobre seu preço e a imagem pública do presidente, frequentemente associado à defesa dos trabalhadores e da população de menor renda.

Durante o debate presidencial promovido pela Band, o relógio também foi mencionado em críticas a Lula. Nas redes sociais, o modelo passou a ser comparado ao utilizado por seu adversário no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que optou por um Casio G-Shock avaliado em cerca de R$ 449.

A diferença entre os valores dos acessórios alimentou comentários e comparações entre os candidatos. Perfis de oposição exploraram o contraste como parte das críticas ao presidente, enquanto o suposto desaparecimento dos objetos ampliou a circulação do assunto nas plataformas digitais.

A repercussão ocorre a poucos dias da votação do segundo turno. Apesar da circulação das publicações, não há elementos que permitam determinar o impacto do episódio sobre a intenção de voto dos eleitores. Também não há, nas informações apresentadas, confirmação oficial de que o relógio e a aliança tenham sido efetivamente furtados durante o comício.

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(Com informações do site Diário 360)

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