Homem acamado tem 82% do corpo queimado após ataque criminoso
Um homem acamado, de 61 anos, teve 82% do corpo queimado após seis criminosos invadirem sua casa e atearem fogo à cama onde ele estava. O ataque aconteceu na noite de domingo (18), em Luzerna, no Meio-Oeste de Santa Catarina. A vítima foi socorrida em estado grave e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
De acordo com a Polícia Militar (PM), a invasão aconteceu por volta das 21h. Os seis homens entraram na residência carregando um galão de combustível, que foi utilizado para incendiar a cama da vítima.
O cuidador do homem, de 63 anos, contou aos policiais que foi empurrado para fora do quarto pelos invasores. Durante o ataque, os criminosos exigiam informações sobre supostas armas de fogo que estariam guardadas na residência.
Apesar das ameaças, o cuidador afirmou não ter visto armas com os suspeitos. Ele conseguiu escapar do imóvel e pedir socorro.
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar foram acionadas para combater as chamas e prestar atendimento à vítima.
Homem teve queimaduras em 82% do corpo
O homem sofreu queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus, que atingiram regiões do rosto até os joelhos. Ao todo, aproximadamente 82% da superfície corporal foi afetada pelo fogo.
Após receber os primeiros socorros, ele foi encaminhado ao Hospital Universitário Santa Terezinha (HUST), em Joaçaba.
Em nota divulgada na manhã de segunda-feira (19), o hospital informou que o paciente estava internado na UTI, com quadro clínico considerado grave e instável.
Polícia investiga tentativa de homicídio
A Polícia Científica esteve na residência e realizou uma perícia para identificar vestígios que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias do ataque.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina como tentativa de homicídio qualificado.
Até a última atualização divulgada, nenhum dos seis suspeitos havia sido localizado ou preso. A motivação do crime também permanecia desconhecida.
Os investigadores trabalham para identificar os envolvidos e esclarecer se a procura por supostas armas de fogo tem relação com o ataque.
(Com informações do TN Online)
Participe do nosso grupo no WhatsApp e receba as notícias do OBemdito em primeira mão.





