Após motociata, Moro e governadores do Sul participam de ato pró-Flávio em Curitiba
Os governadores eleitos Sergio Moro (União Brasil), do Paraná, e Luciano Zucco (PL), do Rio Grande do Sul, além do governador reeleito de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), participam neste sábado (17) de uma mobilização em apoio ao candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Após uma motociata em Florianópolis, pela manhã, as lideranças têm presença prevista em Curitiba, onde uma carreata está marcada para a tarde.
Na capital paranaense, a concentração começa às 14h30, nas proximidades da Superintendência da Polícia Federal, no bairro Santa Cândida. Os participantes seguirão em carreata pela região da Justiça Federal, no Ahú, até a Boca Maldita, no Centro, onde está previsto um ato político.
A mobilização reúne representantes de diferentes partidos e deve contar com a participação de senadores eleitos, prefeitos, deputados estaduais e federais, vereadores e outras lideranças políticas.
Entre os nomes anunciados estão os senadores eleitos Filipe Barros (PL), Deltan Dallagnol (Novo) e Marcel Van Hattem (Novo), além do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD).
Motociata reúne apoiadores em Florianópolis
Antes do evento em Curitiba, os governadores participam da chamada Grande Motociata do Sul, organizada na capital catarinense.
A concentração começou pela manhã na Via Expressa Sul, nas proximidades do trevo do Pantanal. O percurso inclui vias de Florianópolis, como a região da Beira-Mar Norte.
A mobilização reúne motociclistas e apoiadores com bandeiras do Brasil, roupas verdes e amarelas e materiais de campanha em apoio a Flávio Bolsonaro.
Na quarta-feira (14), Porto Alegre também recebeu uma manifestação em apoio ao candidato, com a participação dele e de lideranças políticas da Região Sul.
Moro convoca apoiadores e faz críticas a Lula
Em vídeo publicado nas redes sociais, Sergio Moro convocou moradores de Curitiba, da Região Metropolitana e de outras cidades paranaenses para participar da manifestação deste sábado.
A gravação foi realizada em frente à Superintendência da Polícia Federal, em Santa Cândida, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu preso durante 580 dias, entre abril de 2018 e novembro de 2019.
Moro, que atuou como juiz federal no processo do tríplex do Guarujá, utilizou a localização para fazer referências à prisão de Lula e criticar o atual governo federal.
“Foi um dia histórico quando Lula foi preso. Pode olhar lá, pela janelinha onde ele ficou recolhido. E será um dia histórico, dia 17. Mais um passo para nós nos livrarmos em definitivo do governo do Lula e do PT”, declarou.
Durante a gravação, o governador eleito exibiu uma camiseta com a frase “Curitiba prendeu, Brasília soltou”, em referência à prisão do presidente e às decisões judiciais posteriores.
As condenações de Lula relacionadas à Operação Lava Jato foram anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2021, após o reconhecimento da incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar os processos. O tribunal também reconheceu a parcialidade de Moro no caso do tríplex.
“Vamos voltar a defender a bandeira da honestidade, da integridade, da ética e do fora Lula e do fora PT”, afirmou Moro no vídeo.
Segundo turno será realizado em 25 de outubro
As mobilizações acontecem na reta final da campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo, 25 de outubro.
Na disputa estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Os eleitores voltarão às urnas das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Será eleito o candidato que conquistar a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos.

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