Foto de Rudson de Souza Rudson de Souza Publisher do OBemdito

Acusada de matar a própria mãe por asfixia, mulher vai a júri popular; relembre o caso

Acusada de matar a própria mãe por asfixia, mulher vai a júri popular; relembre o caso
Perícia contrariou a versão inicial de morte natural e apontou asfixia como causa do óbito (Foto Reprodução GMC Online)
Foto de Rudson de Souza
Publicado em 15 de outubro de 2026 às 13h01 - Modificado em 15 de outubro de 2026 às 13h05

Aline Barbosa, de 39 anos, é julgada nesta quinta-feira (15) pelo Tribunal do Júri, em Maringá, sob acusação de matar a própria mãe, Maria Aparecida Scacco. O crime ocorreu em agosto de 2022, na Vila Operária, e a investigação apontou que a vítima morreu por asfixia.

Inicialmente, a morte havia sido apresentada como natural. No entanto, o laudo pericial contrariou essa versão e concluiu que Maria morreu por um meio físico-químico. Para os investigadores, um travesseiro teria sido utilizado para asfixiar a vítima.

VEJA TAMBÉM: Vídeo mostra criança empurrando menino de 1 ano de calçada no Paraná; veja o vídeo

Investigação apontou suspeitas sobre a filha

Outro aspecto que chamou a atenção da Polícia Civil durante a apuração foi o comportamento de Aline. Segundo a investigação, ela telefonava frequentemente para a Delegacia de Homicídios para buscar informações sobre o andamento do caso.

Uma criança de sete anos teria presenciado os fatos e é apontada como testemunha importante para o processo.

A acusação também sustenta que Aline obrigava a mãe a custear despesas e regalias relacionadas ao estilo de vida que mantinha. Além disso, conforme a apuração, ela teria interesse em administrar os bens da família.

Ré está presa desde 2022

Aline foi presa em novembro de 2022 e permanece sob custódia. No julgamento, os jurados deverão analisar as provas e os argumentos apresentados pela acusação e pela defesa para decidir sobre a responsabilidade criminal da ré.

A assistente de acusação espera que Aline seja responsabilizada conforme a lei. A defesa, por sua vez, tem a oportunidade de apresentar sua versão dos fatos durante a sessão do Tribunal do Júri.

O caso teve repercussão em Maringá e mobilizou familiares e amigos de Maria Aparecida Scacco, cuja morte é lamentada por pessoas próximas.

(Com informações do site GMC Online)

Participe do nosso grupo no WhatsApp e receba as notícias do OBemdito em primeira mão.