Criança de 1 ano e 9 meses sofre queimaduras com água quente em Mandaguaçu, é entubada e transportada de helicóptero ao HU de Maringá. - Foto: Colaboração GMC online
Uma criança de 1 ano e 9 meses ficou em estado grave após sofrer queimaduras provocadas por água quente em Mandaguaçu, no Paraná. O acidente ocorreu no Parque Ouro Verde nesta quinta-feira (27) e mobilizou equipes de emergência.
Segundo o médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Maurício Lemos, a criança brincava enquanto a mãe preparava alimentos. Em determinado momento, ela teria puxado equipamentos do fogão.
Com isso, a água quente acabou derramando sobre o corpo da criança. Os socorristas classificaram o caso como grave devido ao tipo de lesão provocada pela escaldadura.
Após o acidente, equipes locais prestaram os primeiros atendimentos à criança. Entretanto, diante da gravidade do quadro, o Samu acionou o helicóptero para realizar o transporte aeromédico.
De acordo com Maurício Lemos, a criança apresentava um quadro clínico delicado e precisou ser entubada ainda durante o atendimento. A equipe também realizou a estabilização da vítima antes do transporte.
“Ela puxou os equipamentos do fogão e teve uma lesão grave por escaldadura. Precisou ser entubada, numa situação clínica delicada”, explicou o médico.
Depois da estabilização, a criança foi encaminhada de helicóptero ao Hospital Universitário de Maringá (HU). A unidade deverá realizar uma avaliação especializada para definir os próximos procedimentos.
O helicóptero do Samu saiu do aeroporto de Maringá e seguiu até Mandaguaçu após o acionamento das equipes. Após o atendimento inicial, os profissionais estabilizaram a criança para iniciar o transporte.
Na sequência, a aeronave levou a vítima até Maringá. Uma ambulância aguardava a chegada do helicóptero para conduzir a criança até o interior do Hospital Universitário.
No HU, a equipe médica avaliaria a extensão das queimaduras provocadas pela água quente. Conforme Maurício Lemos, a criança poderia ser encaminhada ao centro cirúrgico.
Entre os procedimentos considerados estava o desbridamento. A técnica pode ser utilizada no tratamento de determinadas lesões e busca remover tecidos comprometidos.
“Agora vem para o Hospital Universitário, vai passar por avaliação e possivelmente por centro cirúrgico para desbridamento. É um caso grave, em detrimento ao tipo de lesão que apresentou”, afirmou Maurício Lemos.
Após o pouso da aeronave, a ambulância levou a criança para atendimento hospitalar. Até o momento, o estado de saúde da vítima permanece grave.
Com informações: GMC online
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