Fotos: Assessoria PMU
O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) de Umuarama realizou nesta quarta-feira (5) a 4ª Caminhada de Combate ao Feminicídio. O evento aconteceu em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) e com o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social.
A mobilização, que despertou a atenção da comunidade na região central, iniciou na Praça Miguel Rossafa. A ação reuniu representantes do poder público, da rede de proteção às mulheres, das forças de segurança, do Núcleo Regional de Educação e da APP-Sindicato.
Bem como, da subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Umuarama) – Comissão da Mulher Advogada – e de conselhos municipais, instituições parceiras, profissionais, estudantes e membros da comunidade. A delegada da mulher, Fernanda Bertoco Mello, também esteve presente.
De acordo com a organização, a Caminhada de Combate ao Feminicídio integra a programação da campanha Agosto Lilás. Esta edição marcou os 20 anos da Lei Maria da Penha, reforçando a importância da prevenção, informação e enfrentamento deste tipo de violência.
No percurso pelas vias centrais da cidade, os participantes da caminhada levaram mensagens de conscientização sobre o combate ao feminicídio. Dessa forma, chamaram a sociedade a atuar na prevenção da violência e na defesa dos direitos das mulheres.
A secretária de Assistência Social, Maria Luisa Bertoco, disse que o enfrentamento ao feminicídio é uma luta de todos. “Dias como hoje, que reúnem os diversos atores que atuam na proteção e garantia dos direitos das mulheres, são uma forma de afirmar, de maneira clara, que não aceitaremos mais a violência, nem a impunidade”, apontou.
Para o prefeito Fernando Scanavaca, que apoiou o movimento, momentos como este reforçam que a violência contra a mulher existe, precisa ser reconhecida e, acima de tudo, combatida. “Somente com conscientização, atuação integrada e compromisso coletivo conseguiremos construir uma sociedade onde as mulheres possam viver com dignidade, segurança e respeito”, afirmou.
A caminhada é um momento de conscientização, união e compromisso com a vida. “Caminhamos em memória das mulheres que perderam a vida para o feminicídio e para conscientizar a sociedade e prevenir que novas vítimas tenham suas histórias interrompidas. Cada ação de informação e mobilização fortalece a rede de proteção e reafirma que a violência contra a mulher não pode ser naturalizada”, destacou a presidente do CMDM e coordenadora do Cram, Marcia Cristina de Souza.
“Agradecemos a presença das instituições parceiras, especialmente as forças de segurança, a Comissão da Mulher Advogada e a APP-Sindicato, que contribuíram para o fortalecimento dessa importante mobilização em defesa da vida das mulheres”, completou.
(OBemdito com informações da Assessoria PMU)
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