Alexandro Ferreira do Nascimento, de 22 anos, desapareceu na terça-feira (21) após entrar no Rio Ivaí para tentar recuperar uma embarcação à deriva (Foto Arquivo familiar)
As buscas por Alexandro Ferreira do Nascimento, de 22 anos, entraram no quinto dia neste sábado (25). O jovem desapareceu após se afogar no Rio Ivaí, em Douradina, e, até o início da tarde, o Corpo de Bombeiros seguia mobilizado na operação, que agora se concentra em buscas de superfície.
Em atualização divulgada neste sábado, a tenente Marinez Petters Imoto, da 2ª Companhia do Corpo de Bombeiros de Umuarama, informou que as equipes deixaram de utilizar mergulhadores. Segundo ela, a decisão foi tomada por questões de segurança e porque a área já foi completamente vistoriada por esse tipo de operação.
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“As buscas estão em superfície. Com mergulhadores, elas já foram suspensas por questões de segurança e também porque a área já foi varrida. Não é adequado o uso de mergulhadores neste momento”, explicou a oficial.
As equipes seguem percorrendo o rio com embarcações e contam também com o apoio de uma aeronave nas buscas aéreas. Conforme a tenente, a área monitorada tem cerca de 100 quilômetros de extensão.
Outro desafio enfrentado pelos bombeiros é a mudança nas condições do rio provocada pelas chuvas registradas nos últimos dias.
“A chuva afeta a correnteza da água e ela fica mais turva, o que dificulta um pouco os trabalhos. Mas continuamos ainda nas buscas”, afirmou Imoto.
Alexandro Ferreira do Nascimento, morador de Douradina, desapareceu na manhã de terça-feira (21), após entrar no Rio Ivaí para tentar recuperar uma embarcação que estava à deriva, nas proximidades da rampa náutica do município.
De acordo com testemunhas, Alexandro entrou no rio para tentar alcançar a embarcação, mas acabou sendo arrastado pela força da correnteza. Em poucos instantes, ele submergiu e não foi mais visto, dando início às buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros.
Familiares, amigos e pescadores acompanham desde então o trabalho das equipes de resgate. Na quinta-feira (23), a prima de Alexandro, Maria Gabriella Motta Ferreira, relatou a angústia da família diante da demora para localizar o jovem.
(As informações e imagens são do Corpo de Bombeiro Militar do Paraná)
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