Foto e vídeo: Paulo Henrique Hermida/Defesa Civil de Iporã
A Defesa Civil de Iporã capturou, na tarde desta quinta-feira (22), um tatu da espécie tatu-galinha no centro da cidade. O animal estava em via pública, o que motivou a mobilização da equipe para garantir a segurança e a preservação da fauna silvestre.
O chamado chegou à Defesa Civil às 15h25, feito por um morador que relatou ter avistado o tatu na rua Campos Sales, nas proximidades do número 1667. Segundo o relato, o animal circulava pela via, o que poderia representar risco, especialmente para motoristas, pedestres e o animal.
Logo após receber a informação, a equipe se deslocou até o local indicado. Ao chegar, o agente da Defesa Civil, Paulo Henrique Hermida, confirmou a presença do tatu e iniciou o procedimento de captura. Para isso, ele utilizou Equipamentos de Proteção Individual, conforme os protocolos de segurança adotados pelo órgão.
De acordo com Paulo Henrique, a ação ocorreu de forma rápida. “Foi muito rápido”, afirmou o agente, ao explicar que levou aproximadamente três minutos para capturar o animal. A operação aconteceu sem ferimentos, tanto para o tatu quanto para as pessoas que estavam no entorno.
Após a captura, a Defesa Civil realizou a remoção do animal da área urbana. Em seguida, a equipe soltou o tatu em uma reserva ambiental próxima à Soalgo, local considerado adequado para a reintegração do animal ao seu habitat natural.
Além disso, a Defesa Civil reforçou a orientação à população sobre como agir em situações semelhantes. O órgão alerta que, ao avistar um animal silvestre, as pessoas não devem tentar segurá-lo à força. Essa atitude pode causar ferimentos e estresse ao animal, além de colocar em risco quem tenta a captura.
Segundo a orientação oficial, o correto é acionar imediatamente o órgão responsável, para que a captura e a remoção ocorram de forma segura. Dessa maneira, a equipe consegue preservar a integridade das pessoas e também dos animais envolvidos.
O tatu resgatado foi identificado como sendo da espécie tatu-galinha, considerada a mais comum no Brasil. Essa espécie possui ampla distribuição no território nacional, inclusive no Paraná. Costuma aparecer com frequência próximo a áreas rurais, margens de rodovias e, ocasionalmente, em zonas urbanas.
Esses registros tendem a ocorrer, principalmente, durante a noite ou quando o animal se encontra desorientado. Ainda assim, a presença em áreas centrais chama a atenção e reforça a importância do contato rápido com os serviços especializados.
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