A esposa de Lucas Wancler Ferreira dos Santos, preso pelo assassinato de David Schmidt Prado dentro de uma academia de Londrina, no norte do Paraná, confirmou à Polícia Civil que manteve um relacionamento com a vítima. A informação reforça uma das linhas de investigação apontadas desde o início do caso, que apura se o crime teve motivação passional.
A mulher compareceu espontaneamente à delegacia nesta quarta-feira (7), acompanhada de uma advogada, e prestou depoimento. Segundo a defesa, ela confirmou o envolvimento com David, mas declarou que a relação ocorreu em um período em que estava separada do marido. O conteúdo completo do depoimento corre sob sigilo.
Em entrevista à Ric RECORD, a advogada Thais Indiara afirmou que a cliente está emocionalmente abalada e vem sofrendo ameaças desde que o caso ganhou repercussão. “Ela está muito abalada, fazendo uso de medicação para conseguir manter a rotina. Tem dois filhos e passou a receber diversas ameaças pelas redes sociais. A defesa não aceita esse tipo de situação e vai adotar as medidas legais cabíveis”, disse.
O crime ocorreu na última segunda-feira (5), em uma academia localizada na Avenida Faria Lima. De acordo com a Polícia Civil, David Schmidt Prado foi atacado a facadas após sair do local onde treinava. Imagens de câmeras de segurança mostram que o suspeito teria aguardado a vítima e iniciado uma conversa antes de desferir os golpes.
Segundo o delegado Vitor Dutra, David tentou fugir ao perceber o ataque, retornou para o interior da academia e chegou a pular uma catraca, mas foi alcançado e ferido novamente. Um policial de folga, que treinava no local, conseguiu conter o agressor até a chegada da equipe policial.
Nesta quarta-feira (7), a Justiça converteu a prisão temporária de Lucas Wancler Ferreira dos Santos em preventiva, por tempo indeterminado, a pedido do Ministério Público do Paraná. Na decisão, o magistrado destacou a gravidade do crime, a aparente premeditação e o fato de o ataque ter ocorrido em um local público, com várias testemunhas.
A defesa do investigado solicitou que ele respondesse em liberdade, alegando ausência de antecedentes criminais e necessidade de acompanhamento psiquiátrico. O pedido foi negado. Para o juiz, a manutenção da prisão é necessária, e eventual tratamento médico pode ser realizado no sistema prisional.
David Schmidt Prado tinha 37 anos, trabalhava no setor administrativo de uma rede de postos de combustíveis e deixa um filho de 6 anos. O corpo foi encaminhado para Cornélio Procópio, onde mora a família, e o sepultamento ocorreu na manhã desta quarta-feira (7).
(OBemdito com informações da Ric Record)
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