Foto: PRF
O impasse na ponte sobre o Rio Piquiri, no km 541,79 da BR-272, começa finalmente a avançar para uma solução emergencial. A confirmação veio através do superintendente regional do Dnit no Paraná, Hélio Gomes da Silva Júnior. A interdição total segue desde 16 de outubro de 2025, após a identificação de problemas estruturais considerados graves pelos técnicos.
A interrupção segue provocando transtornos. Além disso, o bloqueio aumentou os custos logísticos e impôs longos desvios aos motoristas. A região também registrou prejuízos no transporte de cargas, já que a rota é essencial para produtores rurais, empresas e trabalhadores que dependem da ligação entre as regiões Noroeste e Oeste do Paraná.
Diante do cenário prolongado, motoristas pressionaram por uma solução emergencial. A operação de uma balsa provisória surgiu, portanto, como um pedido recorrente entre os usuários do trecho. Segundo Hélio Gomes, a balsa já está licitada e começará a atender a população nesta semana, garantindo uma travessia segura enquanto a estrutura definitiva não é restaurada.
O superintendente afirma que a medida busca reduzir imediatamente o impacto causado pela interdição. Além disso, ele reforça que a travessia provisória permitirá o fluxo mínimo necessário para trabalhadores, moradores e transportadores de carga que dependem do trajeto diariamente.
Paralelamente à solução emergencial, o Dnit avança no processo de recuperação da ponte do Rio Piquiri. Hélio Gomes disse que os trâmites técnicos e administrativos estão em fase final e que o edital de licitação deve ser divulgado em breve. A ação representa um passo importante para restabelecer, de maneira permanente, a segurança na BR-272.
A operação da balsa e o avanço na licitação oferecem, assim, uma resposta imediata e estrutural para uma região que enfrenta dificuldades há semanas. As medidas também sinalizam que o governo federal busca restabelecer a mobilidade e reduzir prejuízos econômicos gerados pela interdição.
Com expectativa de início a travessia provisória deve diminuir os transtornos diários e restabelecer parcialmente a circulação no trecho, enquanto o Dnit trabalha para garantir a reconstrução completa da ponte.
O Bemdito enviou um e-mail ao Dnit, questionando se haverá cobrança pelo serviço aos usuários. Contudo, até o fechamento desta matéria, não recebeu resposta. A matéria segue em atualização.
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