Rosevaine Bispo Ito mostra os potes de docinhos que faz: vendas complementam a renda da família - Fotos: Danilo Martins/OBemdito
Coloridos, delicados e irresistíveis; assim são os docinhos que saem das mãos de Rosevaine Bispo Ito, 43 anos, moradora de Umuarama. Funcionária de uma pastelaria, ela encontrou na confeitaria uma forma doce de complementar a renda da família e, de quebra, espalhar alegria por onde passa.
Rosevaine aproveita a folga nas manhãs de terças-feiras e transforma a cozinha de casa em ateliê. “Amo fazer esses docinhos”, diz, enquanto molda a massa que leva leite em pó Ninho, leite condensado e corante.
“E eu uso leite Ninho, mesmo, tá?, que é a melhor marca”, enfatiza, apontando para a lata. O capricho é tanto que cada docinho parece uma pequena obra de arte. “Não uso forminha… Uso injetor, porque saem mais perfeitinhos”, justifica.
Nas cores vermelho, amarelo, vinho, alaranjado e bege, ela faz borboletinha, patinho, ursinho, coraçãozinho, cogumelinho, entre outros ‘inhos’ fofos. “Todos encantam as crianças”, orgulha-se a doceira, que também faz pasteizinhos de Nutella. “Com Nutella mesmo, viu?”, frisa.
Bom destacar que Rosevaine tem um cuidado exemplar em cada etapa da produção dos docinhos. Na terça passada, OBemdito pôde acompanhar.
Nós a encontramos trabalhando numa cozinha impecavelmente limpa, toda paramentada: usando luvas, máscara, touca e avental, ou seja, seguindo à risca as normas de higiene.
Vimos que tudo é feito com muito zelo, desde o preparo até a embalagem, o que garante que cada doce, além de bonito e saboroso, seja também seguro para o consumo.
E honesto: além dos ingredientes de boa qualidade, tem peso padrão: 10g. Rosevaine pesa um a um.
Rosevaine conta que o dinheiro das vendas ajuda nas despesas da casa e, principalmente, nas terapias do filho, diagnosticado com TDAH. Ele precisa fazer psicoterapia e fonoaudiologia e também faz natação, no contraturno escolar.
“Com isso, gasto R$ 3.500 por mês”, queixa-se a mãe, acrescentando que o marido é autônomo [instalador de aparelhos de ar condicionado] e nem sempre encontra serviço, o que torna a renda extra ainda mais necessária.
“É cansativo, mas vale a pena; cada remessa que faço é uma conquista”, afirma. Depois que molda, ela acondiciona os docinhos em potes; cada pote contém oito e Rosevaine vende a R$ 10.
Entre uma conversa e outra, ela também agradece o apoio que recebe da irmã e do cunhado, que vendem os docinhos na barraca da garapa, das feiras de hortifrúti de Umuarama.
Leia também: Fábrica de doces Dudota cresce em Umuarama, se consolida e mira expansão estadual.
== SERVIÇO
Onde encontrar os docinhos da Rosevaine: barraca da garapa da Rosielaine e do Alexandre, nas feiras de hortifrúti da cidade [às terças, quartas, sextas e domingos].
Whatsapp para reservar: 44 9 9964-6211.
Cinco vereadores foram eleitos deputados neste domingo (4) e deixarão o Legislativo da capital; três…
Alep terá renovação de 42,59% a partir de 2027; nenhum candidato de Umuarama conquistou cadeira,…
O Paraná definiu neste domingo (4) os 30 deputados federais que representarão o Estado na…
Elfabrio é destinado a adultos e atua substituindo uma enzima cuja deficiência pode provocar problemas…
Dois ex-governadores do Paraná que tentavam cadeiras no Congresso, em Brasília, saíram frustrados nas eleições…
Uma mulher morreu após um acidente envolvendo uma motocicleta e um carro na manhã de…
Este site utiliza cookies
Saiba mais