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Buscas por fragmentos de vítimas da explosão na RMC são retomadas

Quatro Barras: A previsão é concluir as buscas dentro da fábrica até esta sexta-feira (15).
Foto: Reprodução/RICtv
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Publicado em 14 de agosto de 2025 às 11h01 - Modificado em 14 de agosto de 2025 às 11h01

As buscas por fragmentos e vestígios das vítimas da explosão em Quatro Barras foram retomadas na manhã desta quinta-feira (14). As equipes do Corpo de Bombeiros retornaram à fábrica da Enaex, localizada na Região Metropolitana de Curitiba, para dar continuidade às operações iniciadas na última terça-feira (12).

Na tragédia, nove trabalhadores morreram, e os esforços de resgate têm se concentrado em localizar restos mortais que possibilitem a identificação das vítimas. Os trabalhos começaram por volta das 7h desta quinta e seguem ao longo do dia.

Segundo a Capitã Luisiana, do Corpo de Bombeiros, já foram encontrados alguns vestígios, mas a principal atenção é voltada à área central da explosão. “Encontramos vestígios das vítimas em condições que vão favorecer a identificação pela Polícia Científica”, afirmou a oficial.

A previsão é concluir as buscas dentro da fábrica até esta sexta-feira (15). No entanto, o processo de identificação dos corpos pode levar até 30 dias, devido à gravidade dos danos e à fragmentação dos restos mortais.

Para acelerar a investigação, o Governo do Paraná solicitou apoio da Polícia Científica de Santa Catarina. O coronel Flávio Graff, secretário de Segurança Pública catarinense, confirmou a cooperação e destacou a importância da ação. “O governador Jorginho Mello ordenou que abríssemos as portas para auxiliar na identificação rápida desses corpos e permitir que as famílias possam se despedir”, disse.

O secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Teixeira, reforçou que todas as nove pessoas que estavam desaparecidas após a explosão foram confirmadas como mortas. Ele acrescentou que os esforços continuam para reunir os vestígios e oferecer suporte às famílias das vítimas.

As autoridades alertam que as operações exigem cuidado extremo devido à instabilidade da estrutura da fábrica, mantendo protocolos de segurança rigorosos durante todo o processo.

(OBemdito com informações RICtv)

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Rodrigo Mello

Formado em Jornalismo pelo Centro Universitário de Pato Branco (Unidep), tem especialização em Docência e Gestão do Ensino Superior pela Universidade Paranaense (Unipar). Com 23 anos de experiência, trabalhou em portais de notícia, assessoria de imprensa, TV e rádio. Foi assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e secretário municipal de Comunicação entre os anos de 2010 e 2013. Atualmente, é jornalista no portal OBemdito, onde escreve sobre política, educação, saúde, cidadania e segurança pública.