Fotos: Reprodução/Redes Sociais
O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana (SP), interrompeu o protocolo de morte encefálica de Pedro Severino, de 19 anos, jogador do time sub-20 do Red Bull Bragantino, internado após um acidente de trânsito. A decisão ocorreu na quarta-feira (5), depois que o atleta apresentou um reflexo de tosse ao ser retirado da sedação.
Os exames para verificar a atividade cerebral começaram na tarde de terça-feira (4), mas a resposta neurológica do paciente os interrompeu. O hospital informou que Severino continuaria sedado, sob ventilação mecânica e recebendo noradrenalina, além da otimização de antibióticos para evitar infecções. Caso não houvesse mais reflexos, o protocolo seria retomado.
De acordo com o Conselho Federal de Medicina, a confirmação da morte encefálica ocorre apenas após três etapas obrigatórias: dois exames clínicos que atestam a ausência de percepção e de funcionamento do tronco encefálico; teste de estímulo respiratório sem resposta; e um exame complementar que confirma a ausência de atividade encefálica.
“O hospital segue comprometido em oferecer suporte e acolhimento aos familiares, permitindo que acompanhem de perto o atendimento prestado ao jovem”, declarou a unidade em nota.
Na madrugada de quarta-feira, a equipe médica retirou a sedação de Severino, que dependia integralmente de aparelhos para respirar. Em entrevista, o diretor técnico do hospital afirmou que, em 41 anos de profissão, nunca presenciou um caso semelhante. Segundo ele, a evolução mais comum nesses casos é o óbito após a retirada da sedação, o que ainda pode ocorrer, já que o estado de saúde do jogador continua gravíssimo.
Severino sofreu traumatismo craniano após o acidente de trânsito. Ele estava no banco do passageiro quando o veículo em que viajava colidiu contra a traseira de um caminhão. Pedro Castro, também jogador do sub-20 do Bragantino, estava no banco de trás, contudo sofreu apenas ferimentos leves e já recebeu alta.
Aguinaldo Romero Lago, de 57 anos, motorista particular, conduzia o carro e era responsável por levar os atletas de Ribeirão Preto ao centro de treinamento do clube, em Atibaia. Em depoimento à Polícia Civil, ele afirmou que adormeceu ao volante no momento da colisão.
Como resultado, na manhã desta quinta-feira (6), transferiram Severino para o Hospital da Unimed, em Ribeirão Preto, onde ele passou por nova avaliação médica. A decisão ocorreu depois que, durante o protocolo de morte encefálica, o atleta apresentou um reflexo de tosse ao ser retirado da sedação. A viagem durou cerca de 3h30. No novo boletim, a unidade informou que o estado de saúde do atleta segue grave, mas estável.
“O caso será acompanhado por equipes de intensivistas e neurocirurgiões. O hospital reforça seu compromisso com a excelência no atendimento e seguirá prestando toda a assistência necessária ao paciente e seus familiares”, declarou a instituição em nota.
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