Foto: Assessoria PMU
Realizado há quatro anos pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, em conjunto com a cooperativa de crédito Sicoob e a participação de várias secretarias municipais, o Projeto Papa Pilha entregou mais uma remessa de baterias e pilhas descartadas nesta quinta-feira, 24, na agência Sicoob Arenito da avenida Padre José Germano, esquina com a Dr. Ângelo Moreira da Fonseca.
O volume foi bem expressivo: 167,1 quilos de pilhas velhas, que foram recebidas pelo diretor administrativo Flávio Ferraresi e pela analista de comunicação, marketing e eventos, Geovana Carmo da Cunha. A entrega foi feita pela diretora de Meio Ambiente do município, Fernanda Mantovani, acompanhada pelo diretor de Saúde, proteção e Bem-Estar Animal, José Guilherme de Oliveira Júnior, e pelo assessor especial da secretaria, Maycon Adriano Ribeiro.
O projeto estimula o armazenamento das pilhas e baterias inservíveis em pequenas urnas dispostas para a população nas diversas secretarias do Paço Municipal, em todas as unidades básicas de saúde (UBS), nas escolas e centros de educação infantil (CMEI). O material recolhido é repassado, posteriormente, a uma empresa de Curitiba especializada na reciclagem e destinação adequada dos componentes.
A parte metálica pode ser reciclada com processos específicos. Já os materiais contaminantes são separados e recebem tratamento apropriado em outra empresa, de São Paulo, para não contaminar o meio ambiente, explicou Fernanda.
Segundo o diretor Flávio Ferraresi é importante tratar com seriedade a destinação das pilhas velhas e o Sicoob é parceiro do município nesta tarefa. “O projeto é uma boa alternativa. Basta procurar o ‘papa-pilha’ mais próximo, levar na Prefeitura ou aqui mesmo no Sicoob. Os coletores estão na entrada principal”, orientou.
Pilhas e baterias de celular contém metais pesados que podem contaminar o solo, rios e o lençol freático, caso sejam descartados em aterros sanitários ou no meio ambiente. “O acúmulo desses materiais no organismo, caso eles tenham contato com os alimentos consumidos pela população, pode provocar problemas de saúde ao longo do tempo, inclusive o câncer”, apontou a diretora do Meio Ambiente.
(Assessoria PMU)
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