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Ação de conscientização sobre fibromialgia atraiu pessoas de vários bairros e cidades vizinhas

A ação orientou os portadores da enfermidade sobre como ter mais qualidade de vida

Foto: Assessoria PMU
Ação de conscientização sobre fibromialgia atraiu pessoas de vários bairros e cidades vizinhas
Redação - OBemdito
Publicado em 22 de maio de 2024 às 20h54 - Modificado em 22 de maio de 2024 às 20h54
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Uma ação realizada no Centro da Juventude colaborou para a difusão de informações sobre a fibromialgia, uma doença dita invisível, que provoca muita dor, para as quais há tratamento, mas não cura. Na verdade, trata-se de uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente na musculatura.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a doença acomete de 2% a 12% da população adulta no Brasil e de cada dez pacientes diagnosticados, 7 a 9 são mulheres. Junto com a dor, de acordo com a SBR, a fibromialgia cursa com sintomas de fadiga (cansaço), sono não reparador (a pessoa acorda cansada) e outros sintomas como alterações de memória e atenção, ansiedade, depressão e alterações intestinais.

“Por isso tem que ser levada muito a sério”, reforça a presidente da Associação Paranaense de Fibromiálgicos (Apafibro), Suely Sucupira. A entidade, nascida e sediada em Umuarama, uniu-se ao setor de Atenção Primária em Saúde (APS) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para a ação, que celebrou o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Fibromialgia (12 de maio).

“Foi um dia muito produtivo”, afirmou a presidente. “Para se ter uma ideia, normalmente a SMS faz, no máximo, cinco carteirinhas por mês; hoje fizemos 20 cadastros para emissão de carteirinha e mais trinta atendimentos”, justifica, dizendo que os números corresponderam à expectativa. “Infelizmente ainda não temos cadastro atualizado, nem em Umuarama, nem no Paraná”, informou.

A ação também cumpriu o objetivo de orientar os portadores sobre meios e práticas recomendadas para os portadores de fibromialgia viverem com melhor qualidade de vida. “Alguns cuidados preventivos e exercícios físicos são importantes para evitar crises de dor”, disse a enfermeira Debora Almeida, que coordenou os trabalhos da equipe da APS.

Além do cadastro, também foi feito agendamento para a realização de mamografia no hospital Uopeccan; uma equipe de estagiários do curso de Técnico em Enfermagem do Colégio Estadual Hilda Kamal, supervisionada pela professora Marta Santos, fez aferição de pressão arterial e de glicemia e orientou sobre doenças do coração e diabetes; e a Yes! Cosmetics contemplou as participantes com maquiagem.

A professora de Pérola, Gislaine Ferla, 46 anos, foi uma das que compareceram. Ela diz que convive com a síndrome há mais de vinte anos. “Começou quando eu tinha 15 anos, mas só foi diagnosticada muito tempo depois! Eu tinha muita dor”, exclamou. Ela disse que fez questão de vir ao evento para fazer a ‘carteirinha’ e para se inteirar do que vem sendo feito em prol dos que sofrem desse mal.

Cadastramento continua

Quem não pôde participar da ação pode se cadastrar na Secretaria Municipal de Saúde, levando os documentos pessoais, laudo médico atestando a doença e uma foto 3×4. A equipe da APS da SMS avisa quando a carteirinha fica pronta. Os cadastrados têm benefícios, como prioridade em filas de bancos, farmácias e outros estabelecimentos.

(Assessoria PMU)

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