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Padre adotou cachorro que se torna presença constante em missas no interior de São Paulo

O cachorrinho Jhonny, acolhido pelo padre Luiz Paulo Soares na Paróquia Santa Ana e São Joaquim, em Barretos, interior de […]

Foto: Reprodução/ Paróquia Santa Ana e São Joaquim/OPovo
Foto: Reprodução/ Paróquia Santa Ana e São Joaquim/OPovo
Padre adotou cachorro que se torna presença constante em missas no interior de São Paulo
Redação - OBemdito
Publicado em 23 de abril de 2024 às 15h44 - Modificado em 24 de abril de 2024 às 10h32
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O cachorrinho Jhonny, acolhido pelo padre Luiz Paulo Soares na Paróquia Santa Ana e São Joaquim, em Barretos, interior de São Paulo, desde 2021, conquistou fiéis com sua presença constante durante as celebrações religiosas.

Jhonny, criado para circular livremente pelas ruas próximas à igreja, reconhece o toque do sino como sinal para retornar e acompanhar a missa. Durante o ritual, transita entre as cadeiras dos fiéis e o altar, recebendo e oferecendo conforto aos presentes.

“Ele está sempre durante as missas, pode ser que ele, às vezes, chegue um pouquinho atrasado, saia um pouquinho antes, mas em todas as missas ele está presente”, relata o padre à EPTV.

Luiz Paulo, que já cuida de outros 15 cachorros abandonados na região, costuma levar ração no carro para alimentar os animais de rua. Ele recorda que Jhonny começou a frequentar a área próxima à capela em Barretos. “Ao debruçar para dar ração e deixar a porta traseira aberta, ele pulou dentro do carro e eu sempre gostei muito de cachorro e já uni o útil ao agradável”, conta.

Jhonny, com mais de 10 anos de idade, chegou debilitado, com doença do carrapato, problema intestinal e um sopro no coração. Com cuidados e tratamento adequados, sua saúde melhorou, e ele conquistou um lugar de destaque na paróquia.

“Na hora das missas, ele tem o costume de ir pra igreja e ficar aqui. Caso o contrário, durante o dia, quando ele tem vontade de ficar aqui dentro, ele fica. Vou atender confissão e ele até entra dentro da sala”, relata Luiz Paulo ao g1 Ribeirão Preto e Franca.

Foi durante uma missa que Jhonny ganhou o apelido carinhoso de cãoroinha. “Aí a gente inventou uma roupinha pra ele e deixa ele ali. O tempo todo ele está no meio dos fiéis ou está ali deitado em cima do altar.

Foto: Reprodução/ Paróquia Santa Ana e São Joaquim/OPovo

OBemdito com OPovo

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