Fotos: Reprodução/Redes sociais
Foi concluído o inquérito que investiga a morte de três pessoas eletrocutadas na piscina de uma chácara em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, no último dia 4. De acordo com a Polícia Civil, a pessoa responsável pelo local foi indiciada por homicídio culposo – que é quando não há intenção de matar – lesão corporal culposa e falsidade ideológica.
Segundo apurou a Delegacia de Rio Branco, o local operava como um parque aquático não regularizado, o que fazia com que, apesar da atividade comercial, não houvesse uma obrigação de fiscalização dos órgãos competentes, como alvarás de localização e funcionamento.
As vítimas mortas no local foram identificadas como Roseli da Silva Santos, de 40 anos, Emily Raiane de Lara, de 23 e que estava grávida; e Agner Cauã Coutinho dos Santos, de 17. Eles eram mãe e filhos.
O caso foi repassado ao Ministério Público do Paraná, que pode ou não oferecer a denúncia criminal.
A família estava em uma piscina em Capirú da Boa Vista, em Rio Branco do Sul, quando um cabo de alta tensão se rompeu com a queda de um galho e caiu na água. As vítimas vieram a óbito enquanto outras 10 pessoas ficaram feridas e tiveram que ser hospitalizadas.
Dois dias após a tragédia, o parque aquático encerrou as atividades definitivamente, conforme anunciado através das redes sociais. No texto, eles alegaram a falta de “condições psicológicas e mentais” após o incidente.
(Com informações Banda B)
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