Foto: Catve
Fabiano Mota Cardoso, de 35 anos, é um dos sobreviventes da explosão na cooperativa de Palotina. Neste sábado (29), três dias da tragédia, estava previsto que ele receberia alta hospitalar, porém, o tempo de tratamento, na unidade, foi estendido.
Nas palavras de Fabiano, a quarta-feira (26) era um dia normal de trabalho que começou às 7h. Ele é trabalhador terceirizado da empresa e atuava no setor de expedição, mesmo que o de Saulo, brasileiro que morreu na explosão, e carregavam caminhão que levaria soja para Paranaguá.
“Olhei para fora, estava aquele tempo meio nublado, no meu ver foi como se um raio tivesse caído. Depois disso senti uma queimação do meu pé até a cabeça e não consegui respirar. Escutei a explosão e já acordei no chão”, relembra o momento da tragédia.
O primeiro a chegar para atender, foi o irmão de Fabiano, que integra a equipe de socorristas da cidade. Logo depois, o Samu foi acionado, uma das primeiras pessoas a serem resgatadas foi Márcio, que também estava na sala de expedição.
O sobrevivente sofreu machucados na coxa e uma perfuração próxima da bacia. “Eu nasci novamente, segunda vez já”. Ele reforça a gratidão por estar vivo “Só tenho que agradecer a Deus por mais esse livramento”.
Depois que receber alta, os planejamentos estão focados em passar tempo com os familiares e tentar esquecer os momentos aterrorizantes. “Eu vou dar a volta por cima disso tudo”, afirma.
Com informações Catve
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