Foto: Assessoria PMU
É no leite materno que a criança encontra os nutrientes indispensáveis para a vida, como calor, amor, carinho e saúde. Com esta frase a enfermeira obstetra Amanda Vasques, coordenadora da Maternidade do Norospar, iniciou a capacitação sobre amamentação realizada na tarde desta sexta-feira (12), para agentes comunitários de saúde e enfermeiros das unidades de saúde do município.
O evento é uma referência ao Dia Mundial da Doação de Leite Humano, comemorado no dia 19 de maio.
A fonoaudióloga Daiane Ribeiro, coordenadora do Banco de Leite Humano de Umuarama, também foi convidada para compartilhar conhecimento sobre o tema.
“As duas profissionais, especialistas e referências em aleitamento materno, apresentaram um trabalho completo e importante, esclarecendo todas as dúvidas e incentivando os agentes comunitários de saúde e enfermeiros a estimular o aleitamento materno e doação de leite”, resumiu a enfermeira Rafaela Hasegawa Misse, coordenadora do Programa Saúde da Mulher da Secretaria Municipal de Saúde.
Amanda Vasques apontou, primeiramente as vantagens da amamentação para o bebê, destacando que o leite materno tem alto valor de proteínas, vitaminas, gorduras, carboidratos e cria anticorpos. “Além disso, o leite materno está sempre pronto, a qualquer hora e qualquer momento, em temperatura ideal; protege de alergias e infecções e aumenta o vínculo afetivo mãe e filho. Há um estudo, da Universidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, que acompanhou 3.500 recém-nascidos por 30 anos, indicando que crianças amamentadas são mais inteligentes”, afirmou.
Amanda citou uma frase da escritora Colette Clark, no ‘Livro do Aleitamento Materno’, de 1984, que afirma que o recém-nascido tem apenas três necessidades essenciais: o calor dos braços maternos, a certeza da presença da mãe e o leite de seus seios.
“O aleitamento materno satisfaz essas necessidades e, além disso, é capaz de reduzir em no mínimo 13% a mortalidade infantil. Por isso estamos aqui hoje para pedir para vocês pratiquem esses três pontos: promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno”, indicou.
Rafaela Hasegawa Misse resumiu cada um dos pontos: “Promoção ao aleitamento é a capacitação de pessoas e comunidades para modificarem seus determinantes de saúde e de qualidade de vida, Proteção refere-se às normas e leis que facilitem o aleitamento materno e afastem fatores que possam prejudicar essa prática (como a existência da licença maternidade) e Apoio, que se faz pelos profissionais de saúde e por grupos da comunidade especializados, como vocês, agentes e enfermeiros”, exemplificou.
Para finalizar, a enfermeira recomentou que os profissionais devem estar capacitados para reconhecer situações de risco para o desmame e orientar as mães e suas famílias no manejo da amamentação.
“É preciso aumentar a confiança e oferecer apoio, aceitar o que a mãe sente e pensa, reconhecer e elogiar essa mãe, oferecendo ajuda prática, dar poucas mas relevantes informações, evitar dar opiniões pessoais e principalmente encaminhá-la caso perceba que mamãe ou bebê podem, de alguma forma, serem prejudicados”, descreveu.
(Assessoria PMU)
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