Fotos: Danilo Martins
Nesta quarta-feira (13) teve sequência a greve dos trabalhadores da área da saúde privada em Umuarama. A adesão segue baixa e os serviços essenciais estão assegurados.
A paralisação é capitaneada pelo Sindicato dos Empregos em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Umuarama e Região (Seessu). A presidente Débora Cristiane Aparecida Rankel informou a OBemdito que não havia nenhum serviço parado nesta quarta e as equipes em greve estavam nos locais à disposição para orientações.
Débora explica que houve uma mediação com o Tribunal Regional do Trabalho. Confira a entrevista acima.
A greve começou na manhã de terça-feira (12). Os funcionários do Hospital Cemil não foram incluídos no movimento porque houve acordo individual com a direção do estabelecimento.
Nos demais hospitais alguns trabalhadores aderiram à paralisação, mas o atendimento seguia normal, sem prejuízos aos pacientes.
De acordo com o sindicato, a decisão da greve foi tomada durante uma assembleia realizada no último dia 27 de junho. O Seessu deixou em aberto um prazo para negociações até a última sexta-feira (8), porém somente o Hospital Cemil entrou em acordo. A categoria solicitou reajuste de 12,2% (baseado no INPC) e a Fehospar chegou a 10%.
A classe aceita 10% de reajuste imediato (retroativo a maio) e os outros 2% em janeiro de 2023. Somente em Umuarama são entre 1.500 e 2.000 trabalhadores da saúde.
Os servidores municipais lotados nas unidades básicas de saúde e outros estabelecimentos geridos pela Prefeitura não têm ligação com o Sindicato.
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