Pesquisa Grupo Ric/IRG apresenta oito chapas no cenário estimulado de primeiro turno e três simulações de segundo turno para o Governo do Paraná (Foto PDT/PL/PSD)
Uma nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira (17), mostra Sergio Moro (PL) na liderança da disputa pelo Governo do Paraná. No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, o ex-juiz aparece com 46,1% das intenções de voto.
Requião Filho (PDT) ocupa a segunda posição, com 23,4%, seguido por Sandro Alex (PSD), que registra 16,5%.
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Os demais nomes testados não alcançam 2% somados. Luiz França, Tayná Miessa, Alexandre Salomão, Samuel de Mattos e Adriano Teixeira aparecem com percentuais inferiores a esse patamar.
O levantamento também mostra que 5,5% dos entrevistados não sabem ou não responderam em quem votariam, enquanto 6,5% afirmam que escolheriam branco, nulo ou nenhum dos candidatos.
Quando os entrevistados não recebem uma lista de candidatos, Sergio Moro também aparece na primeira colocação. Ele foi citado espontaneamente por 19,9% dos eleitores.
Requião Filho aparece com 7,5% e Sandro Alex, com 5,1%.
O índice de indecisão, porém, é elevado. Ao todo, 59,5% dos entrevistados não souberam apontar um nome para o Governo do Paraná nesse formato da pesquisa.
Na pergunta sobre rejeição, em que cada entrevistado poderia citar mais de um candidato, Requião Filho aparece na primeira posição, com 36,3%.
Sergio Moro é citado por 23,8% dos entrevistados, enquanto Sandro Alex registra 11,1%.
Outros 7,4% afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos nomes apresentados e 13,3% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa também avaliou a corrida pelas duas vagas ao Senado pelo Paraná.
Na consulta espontânea, a maioria dos entrevistados não indicou nenhum nome. O índice chegou a 78,6%.
Deltan Dallagnol aparece com 6,6% das citações, seguido por Gleisi Hoffmann, com 4,1%, e Filipe Barros, com 2,7%.
Quando os nomes são apresentados, Dallagnol mantém a liderança, com 34%.
Alexandre Curi aparece em segundo, com 29,6%, seguido por Gleisi Hoffmann, com 28,1%, e Filipe Barros, com 26%.
Cristina Graeml registra 17,2% e Dr. Rosinha, 12,3%. Joaquim do MLB, Karen Guerreiro e Marcelo Marcelino não ultrapassam 1,5% cada.
O levantamento também permite comparar o desempenho dos principais nomes ao Senado nas pesquisas anteriores do próprio instituto.
Em junho, Filipe Barros aparecia com 30%, tecnicamente empatado com Deltan Dallagnol, que tinha 30,5%.
Em julho, Alexandre Curi passou a liderar, com 31,2%, enquanto Dallagnol registrava 28,1%.
Agora, em agosto, Dallagnol chega a 34% e retoma a primeira posição. Curi aparece com 29,6% e Filipe Barros registra 26%.
Na rejeição para o Senado, Gleisi Hoffmann aparece com 42,2%, o maior índice entre os nomes avaliados.
Deltan Dallagnol tem 13%, seguido por Dr. Rosinha, com 12,1%. Alexandre Curi registra 8,5%.
Os números mostram cenários distintos entre intenção de voto e rejeição. Enquanto Dallagnol lidera a estimulada, Gleisi concentra o maior índice de resistência entre os nomes pesquisados.
Entre os recortes apresentados pelo levantamento, Sergio Moro tem 51,6% das intenções entre os homens e 41,1% entre as mulheres. O desempenho também chega a 50,4% entre eleitores com ensino superior.
Requião Filho alcança seu melhor resultado entre entrevistados com 60 anos ou mais, com 28,3%, e entre aqueles que possuem ensino fundamental, com 27%.
Na disputa pelo Senado, Dallagnol registra 43,1% entre os homens e 25,9% entre as mulheres. Entre eleitores com ensino superior, chega a 41,7%.
Gleisi Hoffmann apresenta seus melhores resultados entre eleitores com ensino fundamental, com 35,3%, e entre pessoas que não fazem parte da população economicamente ativa, com 34,7%.
A pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas ouviu 1.520 eleitores entre os dias 13 e 16 de agosto de 2026, em 65 municípios do Paraná.
As entrevistas foram realizadas pessoalmente, em domicílios e outros locais presenciais. A margem de erro é de aproximadamente 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR-09048/2026. Os resultados divulgados pelo levantamento também foram repercutidos por veículos de imprensa nesta segunda-feira.
(Com informações da CGN)
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