O cabeleireiro Mateus Veiga, preso preventivamente em Umuarama na Operação Modelo (FOTOS: INSTAGRAM)
A Polícia Militar registrou uma queixa de estelionato contra um cabeleireiro de Umuarama suspeito de aplicar golpes na região. Uma moradora de Douradina, de 34 anos, compareceu ao Destacamento da Polícia Militar (PM) neste sábado (4) para relatar o fato.
De acordo com a nota da PM, a vítima e sua mãe teriam sofrido prejuízo financeiro após contratarem um treinamento profissional com o suspeito. A vítima explicou aos policiais que encontrou o anúncio de um curso de mechas promovido pelo profissional da área da beleza por meio das redes sociais.
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Atraídas pela oportunidade, mãe e filha fecharam o negócio no valor de R$ 400 por participante. Para garantir as duas vagas, as mulheres realizaram um pagamento antecipado de R$ 400, correspondente à entrada, utilizando uma transferência via Pix.
Logo após a confirmação do depósito financeiro, o responsável pela negociação interrompeu a comunicação e deixou de responder às mensagens das clientes.
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Conforme a vítima, a situação se agravou quando as moradoras tomaram conhecimento, por meio de reportagens na imprensa regional, sobre a prisão preventiva do mesmo profissional. Ele foi alvo da Operação Modelo, que a Polícia Civil (PCPR) deflagrou na última sexta-feira (3).
Segundo as investigações, o cabeleireiro Mateus Veiga, conhecido anteriormente como o “mago das mechas”, já enfrentava investigações. Supostamente ele estaria aplicando golpes usando exatamente o mesmo modo de atuação no ambiente virtual.
Ao perceber que haviam caído em uma fraude, a mulher procurou a PM por volta das 12h deste sábado para registrar a ocorrência formalmente. Os policiais militares confeccionaram o boletim de ocorrência e orientaram a vítima quanto aos procedimentos legais cabíveis.
A Polícia Civil deve assumir a investigação deste caso para apurar os fatos e, provavelmente, somará a denúncia aos demais inquéritos que envolvem o cabeleireiro de Umuarama.
Por fim, a Polícia Civil acredita que existam mais pessoas lesadas que ainda não registraram ocorrência. “Quem ainda não fez boletim de ocorrência e se encontra na mesma situação, pedimos que compareça à delegacia ou registre o boletim de forma virtual para que todos esses delitos sejam investigados”, orientou o delegado Thiago Araium Pinheiro.
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